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- Arcade Fire: 5 motivos para não perder a 'Infinite Content Tour'
Uma das bandas mais aclamadas e conceituadas do universo indie está retornando ao país, Arcade Fire. Os canadenses estão chegando com a turnê "Infinite Content", em suporte ao álbum “Everything Now”, produzido por Thomas Bangalter, do duo Daft Punk. Eles se apresentam no Rio de Janeiro, na Fundição Progresso, no dia 8 de dezembro, e em São Paulo, na Arena Anhembi, no dia 9 de dezembro. De quebra, o grupo colombiana Bomba Estéreo será o responsável pela abertura das apresentações por aqui. Setlist moldada no agora e no passado O atual trabalho da banda trás duras críticas ao sistema capitalista e imediatista que vivemos, ou seja, teremos no setlist composições que refletem todo o pensamento do disco: músicas fortes e carregadas da melhor qualidade, ao estilo indie rock que o Arcade nos proporciona de melhor. Boa parte da apresentação é em apoio ao "Everything Now", onde temos a execução de "Creature Comfort" - na interpretação da composição, é mostrado grandes indícios do quanto nossa juventude está doente, silenciosa, inerte e revoltada - "Infinite Content", "Everything Now" e "Eletric Blue" são algumas que serão apresentadas. Os sucessos que os consagraram até aqui, "The Suburbs", "Wake Up" e "Rebellion" também vão fazer parte. Ou seja, é uma viagem na discografia da banda. Para agradar de vez a galera das antigas, e conquistarem novos. Apresentações quentes e impecáveis Das últimas vindas ao país, o Arcade Fire não decepcionou no quesito apresentação. Foram shows quentes, impecáveis e arrebatadores. Prova disso é que se você for dar uma explorada nos melhores shows da edição brasileira Lollapalooza, verá que a banda aparece por lá. Rolou até citação ao grande Caetano Veloso e Tom Jobim. O show deles em 2014 no festival foi simplesmente insano, com direito a coro do público brasileiro e fogos em "Wake Up". Na época, o disco "Reflektor" (2013) era o que tomava conta da turma. De longe, temos a certeza que essa nova vinda será ainda mais incrível. No Rio de Janeiro, a apresentação será na Fundição Progresso, o local intimista fartá com que a troca de energia entre a banda e o público seja ainda mais contagiante e picante. A banda também é conhecida por suas apresentações ao vivo e por utilizar um grande número de instrumentos, como guitarra, bateria, baixo, piano, violino, viola, violoncelo, xilofone, teclado, acordeão e harpa. Talento. "Everything Now" é um álbum empolgante e crítico A banda canadense reforça as semelhanças sonoras com os primorosos ABBA, Beirut e David Bowie no "Everything Now". A pegada dançante e eletrônica do quinto trabalho não é por acaso, uma vez que, entre os produtores do disco está Thomas Bangalter, metade do Daft Punk. "Everything Now" é um "animado registro das angústias e alegrias da geração "tudo ao mesmo tempo agora", palavras sabiamente usadas pelo jornal Folha de S. Paulo. Vai rolar Bomba Estéreo Os colombianos do Bomba Estéreo são os responsáveis por darem "start" na noite. A apresentação é bem divertida e animadíssima, pois eles mesclam ritmos típicos de seu país, como cumbia e champeta, com outros estilos, como rock, música eletrônica, reggae e rap. Eles estiveram na sétima edição do Rock in Rio, em setembro, e arrastaram um público para o Palco Sunset, onde se apresentaram com Karol Conka. Uma coisa é certa: ninguém fica parado. Um show de energia, carisma e muito gingado. Um show do Arcade Fire dá nome Não é todos os anos que temos uma banda dessas em nosso país. Aos amantes do estilo indie rock, é praticamente um crime faltar uma apresentação dessas. Eles possuem história, nome no mundo e composições para cantarmos e nos jogarmos do início ao fim. Se em 2014 já foi bom, agora será ainda melhor. O "Everything Now" veio para somar na carreira da banda. Mais canções classudas foram adicionadas na trilha do Arcade. Você não pode perder por nada.
- Jack Johnson transborda swing havaiano em show intimista no Rio
(Foto: Tuiki Borges) O cantor e compositor Jack Johnson transbordou na noite deste domingo (05), toda uma energia positiva irradiada pelo seu som bem tranquilão - assim como si mesmo - e prazeroso. Em noite agradável na Cidade Maravilhosa, influenciado por ícones como Bob Marley, Jack levou seu estilo surf music para todo o público presente, de jovem a quarentão. A cenografia do palco era bem simples, aconchegante. Duas redes de pesca em cima e atrás do palco recebiam projeções durante todo o espetáculo, complementado por lanternas feitas com garrafas recolhidas em algumas praias, que se estendiam até o público. Tudo era harmônico e convidativo. O rapaz subiu ao palco ao som de "You and Your Heart", do álbum "To the Sea" (2010). O sexto álbum de Johnson, "All the light above it too", lançado há apenas dois meses, teve apenas duas composições apresentadas no setlist. O disco trás todo um pensamento ecológico e político - muitas músicas foram feitas em meio ao choque da eleição de Donald Trump. A crítica ao presidente americano veio durante "My Mind Is For Sale" - em seu videoclipe, o havaiano constrói e derruba um muro, deixando explícita seu pensamento anti-Trump. Na sequência, "Taylor" e "Staple it Together/Whole Lotta Love" conquistavam o público com leveza. A plateia da primeira fila se entusiasmou com o groove instrumental e uniu o gogó ao do cantor. Sua voz e toda energia que gira em torno do show é algo que podemos classificar como "paradisíaco", transmitido através de suas faixas com uma vibe inexplicável com pegada romântica. A maior parte da apresentação foi baseada nos seus três primeiros trabalhos, que conceberam clássicos como “Better Together”, “Banana Pancakes” e “Sitting, Waiting, Wishing”- não há quem resista ao canto da última. Para os fãs, o show foi memorável. Jack não deixou seus clássicos românticos e reflexivos de fora. Tudo segue de forma intimista: Jack e seus três músicos de apoio próximos um do outro. Zach Gill, o tecladista, merece destaque pelo empolgamento, onde na reta final do show divide a frente do palco tocando acordeon com Johnson. Toda a base para o violão transmitir um swing havaiano, era sustentada pelo baixista Merlo Podlewski e o baterista Adam Topol. Jack e seu instrumentista, Zach Gill, interagiram com os fãs presentes, e se aproximaram deles para tirarem fotos e sentirem mais de perto todo o calor do público brasileiro. O show foi finalizado com o clássico "Better Together", e com toda a certeza, Jack Johnson não marcou somente a noite dos cariocas e quem mais chegou de fora pra curtir. Marcou um dos melhores momentos da sua carreira. SETLIST @ Jack Johnson no Rio de Janeiro 1. You and Your Heart 2. Taylor 3. Staple it Together/Whole Lotta Love 4. Sitting, Waiting, Wishing 5. Flake 6. The Horizon Has Been Defeated 7. Badfish/Boss DJ 8. Inaudible Melodies 9. You Can’t Control It 10. My Mind Is For Sale 11. Tomorrow Morning 12. If I Had Eyes/Foxy Lady 13. Good People 14. No Other Way 15. Breakdown 16. I Got You 17. Big Sur 18. Upside Down 19. Belle/Banana Pancakes 20. At or With Me 21. Shot Reverse Shot/I Wanna Be Your Boyfriend 22. Wasting Time 23. Bubble Toes 24. Mudfootball BIS 25. Do You Remember 26. Times Like These 27. Angel/Better Together
- Romântico incorrigível, John Mayer faz show fascinante no Rio
(Foto: Feliphe Marinho) A turnê "The Search For Everything", que teve início no dia 18, em São Paulo, respirou os seus últimos momentos em solo brasileiro. Dando nome ao sétimo álbum de estúdio de Mayer, a apresentação teve uma despedida em grande estilo, na cidade abençoada e guiada pelo Cristo Redentor. Romântico incorrigível, o norte-americano John Mayer entregou uma noite repleta de bons momentos, navegando por suas composições exaltando o sentimentalismo - de boa parte de suas fases na carreira - em um setlist cantado do início ao fim. A noite de sexta-feira (27) na cidade Maravilhosa ficou ainda mais charmosa, com a tamanha carisma que John trás consigo, desde o início de suas apresentações aqui pelo país. A sua desenvoltura em cima dos palcos é algo de se admirar. Todo o espetáculo segue com uma leveza e naturalidade impressionante, o que faz você se apaixonar ainda mais pelo rapaz. Mayer subiu ao palco praticamente na hora marcada e deu início ao show dom "Helpess", uma de suas novas canções. Na sequência, "Why Georgia" e "Love On The Weekend" aqueceu o vocal para toda a sequência que viria pela noite. "— Não é em toda noite ou em todo show que você sente o que estou sentindo hoje. Músicas são apenas músicas. São melodias, acordes e letras, mas elas só ganham real sentido, ganham vida, quando você recebe essa energia de volta. Vocês estão fazendo cada verso, cada nota que eu canto, parecer a escolha certa para cada uma dessas músicas." John Mayer, Pino Paladino e Steve Jordan possuem um entrosamento fascinante, eles se conectam de forma impecável durante a terceira fase da apresentação, Trio. Desta vez, a gravidade não colocou ninguém para baixo - apenas levantou. Um dos momentos mais mágicos de toda à apresenção foi durante "Gravity", onde um mar de lanternas tomou conta de toda a Arena. Chegava ao fim a noite fascinante proporcionada por John Mayer Uma apresentação cativante, para um público deslumbrante, que contemplava cada minuto vivenciado por lá. Foram quatro anos de espera, muito bem recompensados. Um prazer tê-lo em nosso país, John. SETLIST @ John Mayer no Rio de Janeiro Capítulo 1: Banda completa 1 - "Helpless" 2 - "Why Georgia / No Such Thing" 3 - "Love On The Weekend" 4 - "Rosie" 5 - "Moving On and Getting Over" Capítulo 2: Acústico 6 - "Daughters" 7 - "Love Is a Verb" 8 - "Split Screen Sadness" 9 - "In Your Atmosphere" Capítulo 3: Trio 10 - "Cross Road Blues" 11 - "Vultures" 12 - "Wait Until Tomorrow" Capítulo 4: Banda completa (reprise) 13 - "Belief" 14 - "I Don't Trust Myself (With Loving You)" 15 - "Slow Dancing In A Burning Room" 16 - "Stop This Train" 17 - "Waiting On The World To Change" Bis 18 - "In the Blood" 20 - "Gravity"
- O romantismo moderno de John Mayer em passagem por São Paulo
(Foto: Simon Plestenjak / UOL) Após quatro anos desde a sua primeira passagem pelo Brasil, o guitarrista retornou com força total para o país com a turnê "The Search For Everything", que teve início nesta quarta-feira (18), em São Paulo. A turnê dá nome ao sétimo álbum de estúdio de Mayer, que sem dúvidas, é um de seus melhores trabalhos. John sempre nos surpreende com o poder de transformar suas composições do estilo pop clássico, em um esplendido romantismo moderno. Pontual, talentoso, charmoso e bem humorado, Mayer conquistou o público com a sua voz encantadora, solos de guitarra, muita simpatia e até mesmo a famosa "sarrada no ar" - momento que tirou o fôlego de boa parte dos público que aguardava por aquele momento há meses. Pontual, antes mesmo de Mayer pisar no palco e as luzes acenderem, a plateia já gritava ensandecidamente pelo norte-americano. O show começou bonito com “Helpless” e “Moving On and Getting Over”, duas músicas de seu novo álbum. Antes mesmo de começar a terceira, o público aproveitou para cantar parabéns para o rapaz, que completou 40 anos de idade no último dia 16. Mayer deu um rápido obrigado e emendou "Something Like Olivia". Não houve uma canção se quer que o público não fizesse bonito. Os presentes se entregaram da forma mais intensa possível, para curtirem e fazerem daquele momento, um dos - se não o - melhor de suas vidas. A força do público deu início a "Changing", com um coro de arrepiar, canção também de seu último álbum. John ganhou definitivamente a multidão que tomava o Allianz Parque com a sequência de "Why Georgia" e "No Such Thing". Mayer se mostrava a vontade em cima do palco, o público provava curtir toda a discografia do rapaz, cantando e fazendo um belo espetáculo. Todo o estádio se rendia. Não há dúvidas de que todo o espetáculo seguiria assim, brilhante e cativante. A banda sai do palco para o que seria a parte acústica do show, que mereceu destaque por uma bela versão de "Free Fallin", de Tom Petty. Frequentemente tocada em suas apresentações, a performance foi ainda mais emocionante por ter sido a primeira vez tocada ao vivo desde a morte de Petty, no início do mês. O show é dividido em partes. A terceira, foi apresentando-se apenas com o baterista Steve Jordan e o baixista Pino Palladin, onde demonstravam um entrosamento impecável. O auge da empolgação foi tocando "Vultures", onde ele pega uma baqueta do baterista para usar tocando guitarra. Foi durante "Queen Of California" que o músico disse que lhe sugeriram que dançasse durante show, e deu uma leve sarrada no ar, para o delírio de todos. Não há dúvidas quanto a qualidade vocal e musical da Mayer, como em "In The Blood", onde com o vocal indiscutível impressionou as milhares de pessoas que o assistiam. Todos no palco estavam bem a vontade, fazendo com que tudo acontecesse de uma forma natural e espontânea. Os membros da banda foram apresentados e aplaudidos, em certo momento, o público vibrou extremamente com a voz do back vocals, que tiveram um momento para se apresentarem. Com uma estrutura impecável, sem exageros e muito bem elaborada, o palco se compunha por John, sua banda e um telão que fazia efeitos com imagens do próprio show, facilitando a visão de todos os ângulos do estádio. Destaque para um dos melhores momentos da noite, em "Gravity", onde o público colocou as luzes dos celulares para cima, deixando a visão ainda mais fantástica. "Gostaria de vir para cá pelo resto de minha vida". Mayer agradeceu e contou que sempre está de olho nos fans, que recebe carinho todos os dias dos brasileiros, o famoso "Come to Brasil". É esse carinho que fez com que ele voltasse ao país. John também fez uma reflexão dos seus "quarentão", citando o valor do tempo e da vida, mesmo quando a rotina parece ser pesada. "Eu amo minha família, eu amo os meus amigos". John Mayer durante sua passagem por São Paulo mostrou o por que merece todo o reconhecimento, e fez prevalecer todos os melhores pensamentos sobre sua pessoa. Talentoso, simpático e com muito amor para compartilhar com seus milhares de fã. Ele disse que volta. E nós vamos ficar no aguardado. É sempre um prazer poder tê-lo por aqui, querido John. (Foto: Simon Plestenjak / UOL) SETLIST @ John Mayer em São Paulo Capítulo 1: Banda completa 1 - "Helpless" 2 - "Moving On and Getting Over" 3 - "Something Like Olivia" 4 - "Changing" 5 - "Why Georgia" / "No Such Thing" Capítulo 2: Acústico 6 - "Emoji of a Wave" 7 - "Daughters" 8 - "Free Fallin'" Capítulo 3: Trio 9 - "Everyday I Have The Blues" 10 - " Cross Road Blues" (Robert Johnson cover) 11 - "Who Did You Think I Was?" 12 - "Vultures" Capítulo 4: Banda completa (reprise) 13 - "Queen of California" 14 - "In The Blood" 15 - "Slow Dancing In A Burning Room" 16 - "Who Says" 17 - "Dear Marie" Bis 18 - "Waiting On The World To Change" 19 - "Gravity"
- Bruno Mars se apresentará no Rock in Rio Lisboa
(Foto: Reprodução / Divulgação) A oitava edição do Rock in Rio Lisboa já está se moldando. O artista norte-americano Bruno Mars pisará o Palco Mundo da Cidade do Rock a 24 de junho, encerrando a segunda noite do festival. O Rock in Rio-Lisboa 2018 tem data marcada para os dias 23, 24, 29 e 30 de junho 2018 e promete "transformar a Bela Vista num gigante parque temático da música". A nova Cidade do Rock, além de mais horas de entretenimento diário (o recinto abrirá portas às 12h00 e encerrará às 02h00) vai, também, contar com novos espaços de entretenimento. No Pop District, um espaço que celebra a cultura pop e os seus principais ícones, o público poderá encontrar atrações como games (dos mais modernos aos mais antigos), lojas com variados produtos alusivos a ícones culturais das últimas décadas, performances e demonstrações artísticas (como representações de musicais e super-heróis, exposições de pop art, referências do cinema) e cosplay, entre outros. Já o Digital Stage é um palco dedicado aos fenômenos digitais, "trazendo um pouco do mundo online para o offline". Ao longo dos quatro dias do evento, este palco vai receber grandes fenômenos do entretenimento online que entrarão em contacto direto com a sua audiência. Neste palco também caberão apresentações de música, dança, cinema e outras performances ligadas a sucessos online. A Rock Street África é espaço que celebra a música de uma forma global e onde, através da arquitetura, dos espetáculos e performances de rua, "o público poderá perceber como a música africana influenciou todos os estilos musicais presentes nos outros palcos do festival". Por fim, o Gourmet Square é uma nova praça de alimentação que permitirá maior conforto aos seus visitantes, disponibilizando cerca de 500 lugares sentados e cerca de 10 food corners, num ambiente exclusivo e de acesso controlado.
- The Search For Everything Tour: 5 motivos para não perder John Mayer
Sensação no mundo inteiro por esbanjar talento e simpatia, John Mayer está de malas - quase - prontas para desembarcar no país daqui a dois meses. O cantor e compositor norte-americano chegará com força total com a "The Search For Everything Tour". A turnê dá nome ao sétimo álbum de estúdio de Mayer, que sem dúvidas, é um de seus melhores trabalhos. John sempre nos surpreende com o poder de transformar suas composições do estilo pop clássico, em um esplendido romantismo moderno. E assim, ele vai se destacando com canções cada vez mais incríveis. Agora, coloque 'Still Feel Like Your Man' para tocar, e vá se aquecendo para um dos shows mais aguardados do ano. Confira agora, 5 motivos para você não perder por nada a "The Search For Everything Tour" no país. John, você para nós é um privilégio Há um bom tempo na estrada e com sete discos, acredite se quiser. Mayer só veio ao país duas vezes! A sua primeira apresentação por aqui foi no dia 19 de setembro, no Anhembi, em São Paulo. Dois dias depois, foi a vez dos cariocas terem a honra de ouvir os maiores sucessos do cantor. E foi em grande estilo, no Palco Mundo da quinta edição do Rock in Rio. O público vibrou, se emocionou e gritou ao máximo em cada segundinho de um dos shows mais incríveis da carreira de Mayer - e de nossas vidas. A terceira vinda será em outubro, e para a nossa alegria serão cinco shows. São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e fechando com chave de ouro, a Cidade Maravilhosa. Ou seja, não dá para perder de maneira alguma! Sabe-se lá quando o norte-americano retornará novamente. É um privilégio tê-lo por aqui. Um talento reconhecidíssmo - e merecido! Colaborando com grandes artistas renomados como B.B King, Buddy Guy e Eric Clapton, John Mayer levou uma pegada blues para o seu álbum "Continuum", lançado lá em 2006. Com ele, ganhou o prêmio de "Melhor Álbum Pop Vocal" e "Melhor Performance Vocal Pop Masculina" por 'Wating On The World To Change' - um dos maiores sucessos do terceiro disco - no 49° Grammy Awards. Antes disso, em 2005, a canção 'Daughters' (do disco "Heavier Things") levou o prêmio de "Música do Ano" e "Melhor Performance Vocal Masculina de Pop". E assim o rapaz vai levando a sua carreira. Conquistando cada vez mais o mundo e o coração dos fãs. A "The Search For Everything Tour" é um verdadeiro espetáculo Os shows da turnê são para fazer você sair de lá ainda mais apaixonado e encantado pelo talento de John. Além da apresentação impecável e uma estrutura de palco muito mais colorida, temos também a banda completa em determinados momentos, tudo funcionando da forma mais harmônica possível. As imagens no telão completam todo o conjunto. Setlist para ninguém colocar defeito Os sucessos estão em peso. Vai rolar a queridinha da galera, 'Gravity'? Não há dúvidas. 'Slow Dancing in a Burning Room', 'Moving On and Getting Over' e o cover de 'Free Fallin' do Tom Petty, também estarão inclusas. Bem, é o que podemos esperar, uma vez que, a setlist é bastante variada por onde passa. O show acontece de três formas: Com toda a banda, somente com Mayer em um set acústico e John Mayer Trio. Para encerrar, temos o retorno de todos. O atual trabalho "The Search for Everything" e o terceiro disco, "Continuum", são os que mais aparecem na setlist. Na sequência, "Room for Squares". Confira a setlist da apresentação que rolou no Texas, no dia 06 de agosto: Toda a banda Belief Wildfire Helpless Who Says Moving On and Getting Over Acústico Free Fallin' (Tom Petty cover) Your Body Is a Wonderland Neon John Mayer Trio Who Did You Think I Was (John Mayer Trio song) Come When I Call (John Mayer Trio song) (Out of My Mind intro) Vultures Crossroads (Robert Johnson cover) Toda a banda Rosie In the Blood If I Ever Get Around to Living Beautiful Ones / Slow Dancing in a Burning Room Why Georgia Waiting on the World to Change Gravity Um dos maiores artistas de todos os tempos Uma coisa é certa: John Mayer é um dos maiores talentos de todos os tempos, e nos fascina a cada apresentação e trabalho. E com a "The Search For Everything" não foi diferente. Dominou de vez o coração dos fãs e conquistou novos. Se pudéssemos defini-lo em pocas palavras seria: O garoto de ouro. E nós o esperamos de braços abertos, prontos para fazermos o espetáculo mais intenso de todos até agora. Vibrando, cantando e aproveitando ao máximo a presença de John por aqui. Agora, é driblarmos à ansiedade. Faltam dois meses - que mais parecem uma eternidade! Serviços: São Paulo no dia 18 de outubro no Allianz Parque Classificação Etária: 16 anos. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais/responsáveis legais. Abertura portões: 17H00 Show de abertura: 20H00 Horário do show: 21H15 Belo Horizonte no dia 20 de outubro na Esplanada do Mineirão Classificação Etária: 14 anos. Menores de 14 anos apenas acompanhados dos pais/responsáveis legais. Abertura portões: 17H00 Show de abertura: 19H45 Horário do Show: 21H00 Curitiba no dia 22 de outubro na Pedreira Paulo Leminsky Classificação Etária: 16 anos. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais/responsáveis legais. Abertura portões: 15h00 Show de abertura: 18H00 Horário do show: 19H15 Porto Alegre dia 24 de outubro no Anfiteatro Beira Rio Classificação Etária: 14 anos. Menores de 14 anos apenas acompanhados dos pais/responsáveis legais. Abertura portões: 16h00 Show de abertura (nacional) 18H45 Show de abertura (internacional) 19H45 Horário do Show: 21H00 Rio de Janeiro em 27 de outubro na Jeunesse Arena Classificação Etária: 16 anos. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais/responsáveis legais. Abertura portões: 19H30 Show de abertura: 21H15 Horário do Show: 22H30
- "Red Pill Blues": Tracklist, lançamento e artes do novo álbum do Maroon 5
(Foto: I Hate Flash / Rock in Rio 2017) Com pré-venda já marcada nesta sexta-feira (6), os californianos do Maroon 5 não param de divulgar informações do sexto álbum de estúdio, o intitulado "Red Pill Blues'. O lançamento oficial será no dia 03 de novembro. Ao todo, 10 faixas farão parte do novo trabalho, incluindo o primeiro single já lançado (e com clipe), "What Lovers Do", parceria com SZA. Julia Michaels, LunchMoney Lewis e PRETTY FLACKO se juntam ao time de canções com parceria. 1. "Best 4 U" 2. "What Lovers Do" feat. SZA 3. "Wait" 4. "Lips on You" 5. "Bet My Heart" 6. "Help Me Out" with Julia Michaels 7. "Who I Am" feat. LunchMoney Lewis 8. "Whiskey" feat. A$AP Rocky 9. "Girls Like You" 10. "Closure"
- Review: Scalene discorre sobre a Era Digital no disco Magnetite
(Foto: I Hate Flash / Rock in Rio 2017) A banda de rock de Brasília Scalene faz parte de um novo momento na cena da música. O grupo foi criado em 2009 e conta com, após a saída da vocalista Alexia, 4 integrantes: Gustavo e Tomas Bertoni, Lucas Furtado e Philipe Makako. Com pouco tempo de estrada, Scalene vêm surpreendendo positivamente a crítica com um rock consistente, na guitarra escalas e solos precisos, o vocal hora leve hora agressivo e muitos pratos de ataque na bateria. Esses elementos corroboram com a mensagem de tom crítico que permeia o álbum lançado no começo de Agosto. Os rapazes foram responsáveis por uma estreia aclamada no palco Mundo da sétima edição do Rock in Rio. Escalados na mesma noite em que Bon Jovi era a principal atração, Scalene agradou ouvidos experientes e exigentes. Magnetite foi entregue com um rock bem concentrado, muita distorção na guitarra, vocal versátil. A sonoridade se aproxima bastante do recente álbum Villians, de Queens Of The Stone Age, por exemplo. Radiohead é outra banda que têm influências fortes no som da Scalene. "Extremos Pueris" introduz o álbum deixando as claras qual mensagem esse disco vem a trazer. A guitarra está presente num riff marcante que abre o espaço para o suave tom da voz de Gustavo. A primeira estrofe da letra dialoga com o comportamento pueril de rebeldia sem causa. Soa como um questionamento para as vozes esbravejantes que vociferam todo tipo de argumento para sustentar seus ideais. Com fala de sobra e pouco tempo pra ouvir, não é tarefa simples ponderar. Todo e qualquer ideal é defendido com hostilidade. Essa hostilidade paira sobre as identidades assumidas a partir da tela de um computador e é impressa de várias formas nas redes. "Ponta de Anzol" aborda outro momento de vida. Com um baixo fortemente atuante acompanhando o riff da guitarra somos levados a pensar sobre a necessidade inerente ao ser de encontrar sentido nas situações vividas bem como a consciência de que há um caminho cheio de possibilidades a se seguir. Na continuidade, "Cartão Postal" coloca em ótica esse ser que está trilhando. O ser que não se identifica com o mundo digital, mantendo a alma de sonhador viva. Levada por um som suave que promove o ar melancólico da canção, o valor das experiências de vida, boas ou difíceis é reconhecido ao lembrar que, mesmo com tantas cicatrizes, a bagagem adquirida não tem preço. Inclusive, há o conformismo leve presente na frase que mais se repete na música; "vou até onde eu aguentar". (Foto: I Hate Flash / Rock in Rio 2017) "Esc (Caverna Digital)" é uma das faixas mais duras do disco. Na era das pós-verdades, memes, digital influencers, o alto fluxo de informação se mostra o veneno das redes. Coloca sob os holofotes justamente a corrente de ideologias que cada vez mais nos atravessam, ditando irredutivelmente o que é certo e o que não é certo fazer, como se deve e como não de deve agir. Novos meios de viver e conviver que cada vez mais confirma o caminho da liquidez, a qual a nova geração dá passos largos em sua direção. Tempos líquidos confirmados pelo excesso de informações e ideologias que chegam ao nosso conhecimento fazendo com que a gente não se atenha a nenhuma em si, verdadeiramente. Mas sim, de forma volátil. A existência e insistência em "mundos particulares". Em contas com milhares de seguidores no Instagram, pessoas desenham um ideal comportamental a ser seguido, porém do lado de fora do Smartphone, pouca coisa parece realmente mudar. "Distopia" segue a linha crítica e aponta os crimes absurdos cometidos a anos pelas igrejas. Sermões em troca de dinheiro, referências bíblicas mal empregadas para justificar ações que disseminam ódio, intolerância e preconceito. A voz aguda e arrastada passa a ideia de que é um questionamento e uma indignação que está ecoando dentro da massa. "Frenesi" trás um rock mais barulhento e distorcido. Apresenta uma interlocução entusiasmadamente delirante, agitada e inquieta. Em seguida, "Maré" representa o lado místico do ser, do saber-se pequeno, entender-se como uma partícula no meio do todo e todo o poder de forças que não se podem ver, mas que "puxa como a mais forte maré". Até aqui, constatamos que o álbum aborda várias esferas que compõem uma vida. Da nossa relação com o mundo, da nossa relação com nós mesmos e da nossa relação com o que há de místico. "Fragmento" apresenta a importância de enxergarmos cada elemento que forma a personalidade. O riff da guitarra distorcida na introdução acompanha o nosso desespero e a pressa em se adequar ao meio, e a falta de interesse em conhecer cada fragmento do próprio ser. "Trilha" apresenta esse interlocutor já um pouco mais amadurecido, contando suas derrotas e vitórias através de um rock encorpado. "Velho Lobo" nasce da necessidade da auto-análise que gera a desconstrução real de um "velho" para um "novo" ser. A faixa "Heteronomia" é um grito desesperado por liberdade. Uma mente atordoada em culpas e cobranças descomunais provenientes do meio externo. Aqui vemos uma existência atravessada por normas e padrões impostos que endeusam uns e demonizam outros, de acordo com a forma como cada um escolhe viver sua própria vida. "Quero existência sem dor/sentir liberdade e amor" brada a música. O álbum se encerra abordando de forma mais íntima nossos sentimentos e emoções gerais, ódio, raiva, medo que ferem as relações . Bem como a falta de sabedoria em lidar com as diferenças de credos e cores que nos repartem. "Phi" finaliza magnetite ressaltando a necessidade de analisarmos a nossa integridade e nos chama para a evolução. Nota: A autora não faz mais parte do site desde abril de 2018. Os seus conteúdos estão disponíveis por autorização da mesma.
- "Red Pill Blues": O novo álbum do Maroon 5
(Foto: I Hate Flash / Maroon 5 no Rock in Rio 2017) Os californianos do Maroon 5 estão com o pé no lançamento do sexto álbum da carreira. Eles revelaram na manhã desta quarta-feira (04) o nome do novo trabalho: "Red Pill Blues", com pré-venda marcada para sexta (06). O primeiro single da era já tem até clipe, "What Lovers Do", em parceira com a incrível SZA. A faixa tem uma pegada bem tranquilinha de se ouvir, ainda que, muitos que acompanham a banda tenham estranhado de início - nada que a gente possa levar pelos rapazes. A primeira apresentação ao vivo da música foi aqui em nosso país, durante a sétima edição do Rock in Rio, em sua segunda apresentação, na noite do dia 16 de setembro - sould out. Antes disso, "Cold" e "I Don't Wanna Know" já haviam sido lançadas, entretanto, a banda já havia se pronunciado falando que ambas não faziam parte do novo trabalho, eram apenas singles avulsos.
- Rock in Rio: Thirty Seconds to Mars faz show repleto de estripulias
Com apenas nove músicas no setlist, Thirty Seconds to Mars fez show repleto de estripulias Matheus Lima 24 Setembro 2017 | 23h50 Thirty Seconds to Mars no Rock in Rio. (Imagem: I Hate Flash) O grupo californiano Thirty Seconds to Mars, formado por Jared Leto, Shannon Leto e Tomo Milicevic, realizou na noite deste domingo (24), a última da sétima edição do Rock in Rio, um show repleto de estripulias. Repetindo feitos da sua primeira apresentação no festival, em 2013, o trio apostou no que já era de se esperar: balões coloridos, chuva de papel picado, fãs no palco e alguns de seus maiores sucessos. Um déjà vu. Apesar das poucas novidades, eles conseguiram esquentar e agitar todo o público que preenchia cada espaço da Cidade do Rock — era uma das noites mais prestigiadas e cobiçadas da edição. O repertório não foi muito variado, afinal, de 2013 para cá a banda lançou somente a inédita "Walk On Water". Com apenas oito músicas no setslit, incluindo dois covers (do clássico Led Zeppelin e Pantera), os rapazes proporcionaram um show de aproximadamente uma hora e meia. A limitação de faixas foi um dos pontos mais decepcionantes da apresentação, repleta de clichês. Passando pelos renomados e estourados sucessos como "Kings and Queens" (composição que havia ficado fora do explosivo show na quinta edição), "This Is War", a nova e intensa "Walk On Water" — que contou com a participação inesperada e certeira do rapper brasileiro Projota — e a nostálgica "The Kill", eles seguiram um roteiro clássico de festival, contagiante e envolvente. Na última, Jared atravessou a passarela e promoveu um momento acústico emocionante. A entoação de "ôh ôh ôh" em quase todas as músicas conta muito na hora de levar o público ao delírio. É instantâneo, assim como todos os momentos em que Leto se aproxima da galera. Era nítido o quão feliz eles estavam por estarem se apresentando mais uma vez no Rock in Rio. A troca de energia e carinho entre o público brasileiro, a banda e o festival é recíproca. Isso faz com que os integrantes sintam-se mais a vontade, melhorando toda a performance das apresentações. "Vocês sabem o quanto amamos vocês?", perguntou o vocalista em uma das muitas conversas com o público. Jared Leto na tirolesa do Rock in Rio. (Imagem: I Hate Flash) Repetindo o feito, o salto de Jared na tirolesa veio logo após a execução de "Search and Destroy" — ainda que não tenha sido empolgante como anos atrás, ver o astro sobrevoando sobre o público é algo incrível para os mais apaixonados pelo grupo. Leto também tomou açaí — mais uma vez — e disse que o nosso país tem a melhor comida. Confetes tomaram conta de todo o céu da Cidade do Rock durante "Kings and Queens". Balões coloridos enfeitaram a plateia durante "This Is War" — cantada de punhos erguidos pelo público. Para encerrar, o performático vocalista chamou ao palco fãs para cantarem "Closer To The Edge", uma das composições mais fortes da banda. Mais confetes e agradecimentos. Hora do Thirty Seconds to Mars sair do palco. Um show para ficar marcado para sempre na história deles — e da nossa também. Confessamos: o nosso amor pela banda é maior que todos os clichês da apresentação. Mars é a banda que definitivamente tem um espaço mais que merecido no Rock in Rio. É contagiante. A convite da Heineken Brasil nós marcamos presença nos sete dias de Rock in Rio, e vivemos a música da forma mais pura e intensa possível: ao vivo. #LiveYourMusic. Setlist @ Thirty Seconds to Mars no Rock in Rio 2017 Up in the Air Kings and Queens This Is War Walk on Water Search and Destroy The Kill (Bury Me) (Acústico) Do or Die The Ocean (Led Zeppelin cover) Cowboys From Hell (Pantera cover) Closer to the Edge #RockinRio #RockinRio2017 #ThirtySecondstoMars #OnBackstagenoRockinRio
- Rock in Rio: Red Hot Chili Peppers aposta em show certeiro e destrói
Pela sétima vez no país, Red Hot Chili Peppers faz show certeiro em última noite de Rock in Rio Matheus Lima 25 Setembro 2017 | 03h45 Red Hot Chili Peppers no Rock in Rio. (Imagem: I Hate Flash) Recordistas de público do festival — 250 mil pessoas na edição de 2001 —, os Red Hot Chili Peppers retornaram ao país pela sétima vez (1993, 1999, 2001, 2002, 2011, 2013) para o seu terceiro show no Rock in Rio. Desta vez, eles vieram com a turnê do seu disco mais recente, "The Getaway" (2016). Dele, três músicas entraram para o espetáculo: "Dark Necessities", "Go Robot" (a mais contagiante delas) e "Goodbye Angels". O restante do repertório teve sucessos dos álbuns consagrados "By the Way" (2002) — que levantou toda a Cidade do Rock — "Californication" (1999) e "Blood Sugar Sex Magic" (1991), entre outros. A noite começou da melhor forma possível, com três sucessos que ressoaram fortemente com o público. "Can't Stop", "Snow (Hey Oh)" e "The Zephyr Song" são exemplos do que a banda californiana sabe fazer de melhor: riffs de guitarra melódicos, o baixo saltitante de Flea e o duo vocal de Anthony Kiedis. "Estou tão feliz por tocarmos no mesmo festival que o Sepultura. Eu adoro o Sepultura", disse Flea na primeira das muitas vezes em que se dirigiria aos fãs. Eles estavam extremamente felizes por estarem se apresentando para mais de 115 mil pessoas, na noite mais quente, agitada e disputada da sétima edição do festival. O quarteto emendou três canções de "Blood Sugar Sex Magic", o disco que os levou ao estrelato mundial. "Sir Psycho Sexy" e "The Power of Equality" são o típico RHCP dos anos 1990: rap rock funkeado, com vocais meio amalucados. A primeira ainda veio emendada com uma versão acelerada de "They're Red Hot", de Robert Johnson. "Estamos muito gratos de ter a chance de tocar para vocês, Brasil. Sentir os corações e a energia de vocês enche o meu coração de alegria. Obrigado por terem vindo nesse espírito de paz e amor", disse o baixista. Kiedis faria manifestação semelhante ao final. A noite termina com "Goodbye Angels" e aquele sentimento de queremos repetir aquela noite para sempre. Setslit @ Red Hot Chili Peppers no Rock in Rio 2017 Intro Jam Can't Stop Snow ((Hey Oh)) The Zephyr Song Dark Necessities Did I Let You Know I Wanna Be Your Dog (The Stooges cover) Right on Time Go Robot Californication Tell Me Baby Sir Psycho Sexy They're Red Hot (Robert Johnson cover) The Power of Equality Under the Bridge (with snippet of Menina Mulher… more ) By the Way Goodbye Angels Give It Away #RedHotChiliPeppers #RockinRio2017 #RockinRio #OnBackstagenoRockinRio
- Rock in Rio: The Who incendeia o Palco Mundo em show intenso
The Who e os 53 anos de espera mais bem recompensados Matheus Lima 24 Setembro 2017 | 00h20 The Who no Rock in Rio. (Imagem: I Hate Flash) 53 anos. Esse foi o tempo que demorou para que os caras do The Who chegassem ao país. Formada em 1964, a primeira apresentação da banda por aqui aconteceu um pouco antes do Rock in Rio, em São Paulo, na quinta-feira (21). Gigantes do rock and roll, a banda liderada pelo vocalista Roger Daltrey, de 73 anos, fez uma apresentação intensa. Logo de cara, Pete Townshend, o guitarrista, já chegou mostrando o quão energética seria a apresentação. "Vai ser uma grande noite, vocês vão voltar para casa em pedaços". Dito e feito. Com onze discos na bagagem e 53 anos de estrada, teve material suficiente para que o público sentisse toda a fúria dos veteranos em cerca de uma hora e quarenta de show. Álbuns icônicos como "Tommy" (1969), "Who's Next" (1971) e "Quadrophenia" (1973)", tomaram conta do setlist que reuniu o melhor do The Who em todos esses longos anos. Mesmo que com três músicas a menos que em São Paulo ("The Seeker", "Eminence Front" e "The Rock"), o público se esbaldou com dezenove faixas executadas ao longo da noite. Com alguns históricos de atritos entre Pete Townshend e Roger Daltrey, a relação dos dois naquele momento parecia boa, estabelecendo um clima leve e despojado em cima do palco. A escorregada em "Behind Blue Eyes" não ofuscou o brilho da apresentação, que contou com mais uma pequena falha. Aos risos, Townshemd diz após "The Bargain": "Toquei a música inteira no tom errado." Antes da performance de "My Generation", uma das músicas mais emblemáticas dos britânicos, de 1965, Pete diz: "Alguns de vocês nem tinham nascido quando fizemos essa música". A canção era celebrada por todas as gerações presentes na Cidade do Rock. A idade definitivamente não é uma limitação para a banda de 1964. Levaram o público na mão até o último momento. Foram os anos de espera mais bem recompensados da vida de muitos os que puderam prestigiar e viver cada segundo daquele digno espetáculo dos gigantes do rock and roll. #TheWho #RockinRio2017 #RockinRio #OnBackstagenoRockinRio
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