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- Rock the Mountain 2026: datas, ingressos, line-up, atrações e tudo sobre o festival
Confira as principais informações sobre o festival, incluindo datas, ingressos, line-up, palcos, atrações e tudo o que você precisa saber antes de ir Foto: FLUXA/LALIMOSS/RTM A próxima edição do Rock the Mountain acontecerá nos dias 30, 31 de outubro e 1º de novembro, e 6, 7 e 8 de novembro de 2026, no Parque de Exposições de Itaipava, em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro. Ao longo de dois finais de semana, com direito a uma noite de abertura em cada um deles, o festival reúne em seu line-up grandes nomes da música brasileira, dos mais variados gêneros, de Anitta a Jorge Ben Jor, de Ivete Sangalo à cantora britânica Jorja Smith: tem de tudo para todo mundo. Os ingressos, vendidos na modalidade passaporte, estão esgotados para o primeiro fim de semana, enquanto as últimas unidades para o segundo fim de semana estão disponíveis no site da Sympla. A On Backstage reúne nesta matéria todas as informações sobre o Rock the Mountain 2026 para você se organizar, como datas, ingressos, line-up, atrações e outras informações oficiais divulgadas até o momento. Tudo sobre o Rock the Mountain 2026 Foto: FLUXA/LALIMOSS/RTM Quando será o Rock the Mountain 2026? A 13° edição do Rock the Mountain está confirmada para os dias 30, 31 de outubro e 1º de novembro, e 6, 7 e 8 de novembro de 2026. Onde acontecerá o festival? O Rock the Mountain acontece no Parque de Itaipava, localizado na Estr. União e Indústria, 10000 - Itaipava, Petrópolis - RJ, 25730-745. Qual é o line-up do Rock the Mountain 2026? O Rock the Mountain 2026 reúne mais de 40 atrações em sua programação, com nomes de diferentes gerações e estilos da música brasileira, além de artistas internacionais. Entre os destaques estão Anitta, Jorge Ben Jor, Ivete Sangalo, Jorja Smith e M.I.A. Confira o line-up completo: Quais são os palcos do Rock the Mountain? São 12 palcos espalhados pelo Parque de Itaipava, entre eles Floresta e Estrela, os principais do evento. O público também encontra espaços como Casa do Rock, Magic Disco, Fervo e Roda de Samba, cada um com uma programação especial. Confira os nomes de cada um deles: Floresta Estrela Aurora Magic Disco Fervo Roda de Samba Jardim Secreto Casa do Rock Coreto Chill Out Dome Boas Vindas Reggae Yard Quanto custam os ingressos do Rock the Mountain 2026? Os ingressos para o primeiro fim de semana do Rock the Mountain 2026, que acontece de 30 de outubro a 1º de novembro, estão esgotados. Para o segundo fim de semana, de 6 a 8 de novembro, os últimos ingressos estão disponíveis no site da Sympla, na modalidade Passaporte, que dá acesso aos três dias de festival. No 9º lote, os valores começam em R$ 515, na modalidade meia-entrada e meia PCD. A Meia Solidária custa R$ 545, enquanto a entrada inteira sai por R$ 1.030. Os valores não incluem a taxa de serviço. Confira os valores do Passaporte para o segundo fim de semana: Modalidade Valor Taxa Meia Entrada R$ 515,00 R$ 51,50 Meia PCD R$ 515,00 R$ 51,50 Meia Solidária R$ 545,00 R$ 54,50 Inteira R$ 1.030,00 R$ 103,00 Como chegar ao Rock the Mountain? O Rock the Mountain acontece no Parque de Exposições de Itaipava, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro. Para facilitar o deslocamento do público, o festival tem parceria com a BusUp, que oferece opções de transfer para o evento com saídas de diferentes pontos do Rio de Janeiro e de São Paulo. Preços e rotas estão disponíveis aqui. Na On Backstage você encontra notícias, informações sobre ingressos, line-up, experiências, dicas e guias para aproveitar o Rock the Mountain 2026 sem perrengues. Siga a gente no Instagram e fique por dentro de todas as novidades! Confira também nossa página especial do festival. #RocktheMountain2026
- Lollapalooza Brasil 2027: veja os preços do Lolla Pass na pré-venda
Ingressos para os três dias do festival já estão disponíveis em três modalidades; confira os valores da Pista, Comfort e Lounge Foto: MORIVA A pré-venda de ingressos para o Lollapalooza Brasil 2027 já começou no site da Ticketmaster Brasil, com valores a partir de R$ 1.140 para o Lolla Pass de três dias. O público que pretende garantir presença nos três dias do festival pode escolher entre três modalidades: Pista, Comfort e Lounge. A próxima edição do festival acontece nos dias 19, 20 e 21 de março de 2027, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. O line-up completo ainda não foi anunciado oficialmente. Quanto custa o Lolla Pass 2027? Os ingressos para os três dias estão disponíveis nas modalidades Pista, Comfort e Lounge. Para o público geral, os valores da pré-venda são: Modalidade Meia-entrada Entrada Social Inteira Lolla Pass Pista R$ 1.140,00 R$ 1.274,00 R$ 2.280,00 Lolla Comfort Pass R$ 2.335,50 R$ 2.589,05 R$ 4.671,00 Lolla Lounge Pass R$ 3.660,00 R$ 3.794,00 R$ 4.800,00 Os valores são referentes ao Lolla Pass de três dias, e cada modalidade oferece uma experiência diferente dentro do festival. Os ingressos estão à venda online e na bilhteria oficial: Online: exclusivamente pelo site Ticketmaster.com.br, com cobrança de taxa de serviço. Ponto físico: Bilheteria Oficial da Ticketmaster (Av. Ibirapuera, 3103 - Indianópolis, São Paulo - SP, 04029-902 Lolla Pass Pista O Lolla Pass Pista é a modalidade de entrada para a área geral do festival. O ingresso garante circulação e acesso aos shows e atrações do Lollapalooza Brasil durante os três dias de evento. Os valores são: Meia-entrada: R$ 1.140,00 Entrada Social: R$ 1.274,00 Inteira: R$ 2.280,00 Lolla Comfort Pass O Lolla Comfort Pass oferece, além do acesso à programação dos três dias, uma área exclusiva com sombra, banheiros, bares, alimentação e guarda-volumes, além de vista especial para o palco Budweiser. Os valores da pré-venda são: Meia-entrada: R$ 2.335,50 Entrada Social: R$ 2.589,05 Inteira: R$ 4.671,00 Lolla Lounge Pass Já o Lolla Lounge Pass é a modalidade premium do Lollapalooza Brasil. Além da circulação e acesso aos shows e atrações dos três dias, o espaço oferece open bar, open food, shuttle e serviços especiais. Os valores são: Meia-entrada: R$ 3.660,00 Entrada Social: R$ 3.794,00 Inteira: R$ 4.800,00 Na On Backstage você encontra notícias, ingressos, line-up, experiências, dicas e guias para aproveitar o Lollapalooza Brasil 2027 sem perrengues. Siga a gente no Instagram e fique por dentro de todas as novidades! Confira também nossa página especial do festival. #LollapaloozaBrasil2027
- Lollapalooza Brasil 2027: Charli XCX e outros artistas são cotados para o line-up
Com a pré-venda de ingressos em andamento, cresce a expectativa pelo anúncio das atrações da edição de 15 anos do festival Foto: Coachella / Divulgação Com a pré-venda de ingressos acontecendo, cresce a expectativa para o anúncio do line-up completo do Lollapalooza Brasil 2027. A próxima edição do festival acontece nos dias 19, 20 e 21 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Enquanto as atrações oficiais ainda não foram anunciadas, alguns nomes já começam a aparecer com força entre os rumores sobre a programação do festival. O Lollapalooza Chicago, principal edição da franquia, costuma servir como um dos termômetros para as edições da América do Sul, incluindo Brasil, Argentina e Chile. Entre as especulações divulgadas por páginas especializadas em antecipar possíveis negociações, Charli XCX aparece como um dos principais nomes associados ao Lollapalooza Brasil 2027. A cantora esteve entre as atrações do Lollapalooza Chicago e segue no radar para a próxima temporada de festivais. Outros nomes também aparecem nas especulações, como Jack White, Olivia Dean, sombr, JENNIE, Fontaines D.C., The Neighbourhood e Cage the Elephant. Rumores do Lollapalooza Brasil 2027: veja os artistas cotados Charli XCX Um dos nomes que mais chama atenção nos rumores para o Lollapalooza Brasil 2027 é Charli XCX. A cantora britânica, que fez um show elogiado em Chicago com seu álbum "Music, Fashion, Film" (2026), vem de uma fase de grande destaque internacional e aparece entre os nomes associados às possíveis negociações para a passagem do festival pela América do Sul. Jack White Jack White também aparece entre os nomes especulados para a edição brasileira. Conhecido pelo trabalho com o The White Stripes e por sucessos como “Seven Nation Army”, o músico construiu uma carreira solo de destaque e seria um dos representantes do rock entre os possíveis nomes do festival. Olivia Dean Outro nome que vem ganhando espaço nas especulações é Olivia Dean. A cantora britânica ganhou projeção internacional com músicas como “Man I Need”, que ajudou a ampliar seu alcance global e colocou seu nome entre os destaques da nova geração da música pop e soul. Olivia também esteve na programação do Lollapalooza Chicago, aumentando as especulações sobre uma possível passagem pelo Brasil. sombr Representando uma geração mais recente da música alternativa, sombr também aparece entre os nomes cotados. O cantor ganhou projeção internacional com “Back to Friends”, faixa que se tornou um dos destaques de sua carreira e ampliou sua presença no cenário global. Assim como Olivia Dean, sombr também integra o radar de possíveis nomes para a edição brasileira do festival. JENNIE Integrante do BLACKPINK e dona de uma carreira solo consolidada, JENNIE é outro nome que aparece nas especulações para o Lollapalooza Brasil 2027. A artista esteve entre os nomes do Lollapalooza Chicago e também é apontada por fãs como uma das atrações desejadas para a edição brasileira. Uma eventual apresentação de JENNIE também reforçaria a presença do K-pop no festival, que vem ampliando o espaço dedicado ao gênero em suas diferentes edições. Fontaines D.C. O rock também aparece entre os rumores com Fontaines D.C.. A banda irlandesa está entre os nomes associados às especulações sobre a programação do Lolla 2027, em uma possibilidade que poderia levar ao festival uma das bandas de maior destaque do rock alternativo contemporâneo. The Neighbourhood Outro nome ligado às especulações é The Neighbourhood. A banda norte-americana, conhecida principalmente pelo sucesso “Sweater Weather”, também aparece entre os possíveis nomes para a edição brasileira. Cage the Elephant Fechando a lista de rumores, Cage the Elephant também está entre os artistas associados às especulações sobre o Lollapalooza Brasil 2027. A banda norte-americana já tem histórico de apresentações no festival e aparece novamente no radar para a próxima edição. Vale destacar que nenhum desses nomes representa, até o momento, uma confirmação oficial do Lollapalooza Brasil 2027. As especulações partem de informações divulgadas por páginas especializadas, movimentações relacionadas ao Lollapalooza Chicago e expectativas de fãs. O line-up oficial ainda será anunciado pelo festival. Lollapalooza Brasil 2027: quanto custam os ingressos? Enquanto o público aguarda o anúncio das atrações, a pré-venda dos ingressos para o Lollapalooza Brasil 2027 já está acontecendo. Nesta primeira etapa, estão disponíveis os Lolla Pass, que garantem acesso aos três dias do festival, nas modalidades Pista, Comfort e Lounge. Lolla Pass Pista O Lolla Pass Pista dá acesso à área geral do festival, com circulação e acesso aos shows e atrações dos três dias. Para o público geral, os valores são: Meia-entrada: R$ 1.140,00 Entrada Social: R$ 1.274,00 Inteira: R$ 2.280,00 Lolla Comfort Pass O Lolla Comfort Pass oferece uma área exclusiva com sombra, banheiros, bares, alimentação, guarda-volumes e vista especial para o palco Budweiser, além do acesso à programação dos três dias. Os valores são: Meia-entrada: R$ 2.335,50 Entrada Social: R$ 2.589,05 Inteira: R$ 4.671,00 Lolla Lounge Pass Já o Lolla Lounge Pass é a opção premium do festival. O espaço inclui open bar, open food, shuttle e serviços especiais, além de acesso aos três dias de programação. Os valores são: Meia-entrada: R$ 3.660,00 Entrada Social: R$ 3.794,00 Inteira: R$ 4.800,00 Na On Backstage você encontra notícias, ingressos, line-up, experiências, dicas e guias para aproveitar o Lollapalooza Brasil 2027 sem perrengues. Siga a gente no Instagram e fique por dentro de todas as novidades! 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- Elton John transforma o Rock in Rio em uma despedida à altura de sua história
Aos 79 anos, o astro britânico voltou ao país para um encontro que parecia ter ficado para trás e transformou o Palco Mundo em uma grande celebração de sua trajetória Foto: MORIVA Elton John não precisava provar mais nada no Rock in Rio. Aos 79 anos, com uma carreira que atravessa mais de cinco décadas e uma turnê de despedida que terminou em 2023, ele poderia simplesmente ter vindo ao festival para revisitar seus maiores sucessos. Mas, quando sentou ao piano no Palco Mundo, a sensação era de que aquele momento tinha um peso diferente. A apresentação desta segunda-feira (7) marcou o retorno de Elton ao Brasil depois de ele ter ficado de fora da sua despedida oficial dos palcos. E talvez por isso o show tenha ganhado uma espécie de significado que ia além do repertório. Era uma oportunidade que parecia ter ficado para trás e que, finalmente, aconteceu. Elton John finalmente se despede do público brasileiro no Rock in Rio O começo já entregava o que o público esperava: piano, voz e aquelas músicas que parecem existir há tanto tempo que já fazem parte da memória coletiva. "Rocket Man", "Tiny Dancer", "Your Song", "Candle in the Wind" e "Goodbye Yellow Brick Road" apareceram ao longo da apresentação, acompanhadas por uma plateia que sabia exatamente o que estava cantando. Mas o que chamou atenção foi perceber que Elton não tratou o show como uma simples retrospectiva. Mesmo com limitações físicas e vocais que fazem parte de sua realidade hoje, ele se manteve presente durante toda a apresentação, conversando com o público e demonstrando gratidão pelo carinho que recebeu dos brasileiros. Foto: MORIVA Os telões ajudaram a construir esse clima de retrospectiva, mas era o próprio Elton quem concentrava a atenção. O piano continuava sendo o centro de tudo. Não havia necessidade de grandes efeitos para sustentar aquelas canções. Bastava ele começar a tocar os primeiros acordes para que a Cidade do Rock reconhecesse a música. Para quem cresceu ouvindo Elton John, havia ali uma coleção de lembranças. Para quem descobriu suas músicas mais recentemente, uma chance de assistir de perto a um artista que ajudou a definir a música pop. Gerações diferentes acabaram encontrando o mesmo repertório no mesmo lugar. No encerramento, com "Don't Let the Sun Go Down on Me", ficou ainda mais difícil separar o show da ideia de despedida. Elton já havia se despedido dos palcos, mas ainda faltava esse encontro com o público brasileiro. E, no Rock in Rio, ele finalmente teve a oportunidade de fechar esse capítulo do jeito que sua história pedia e diante de uma multidão cantando suas músicas de volta para ele. #EltonJohn #RockinRio2026
- Tudo sobre o The Town 2027: datas, ingressos, line-up e atrações
Festival acontece nos dias 4, 5, 6, 11 e 12 de setembro, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo; line-up e venda do The Town Card ainda serão anunciados Foto: MORIVA A terceira edição do The Town está com datas marcadas para os dias 4, 5, 6, 11 e 12 de setembro de 2027. O festival ocupará novamente o Autódromo de Interlagos, em São Paulo, que, ao longo dos cinco dias de evento, se transforma na “Cidade da Música”. Após a confirmação da realização, os próximos passos anunciados pela organização serão as primeiras confirmações de atrações para o line-up e o início da venda do The Town Card, ingresso antecipado para o festival. A On Backstage reúne nesta matéria todas as informações já divulgadas oficialmente para que você possa se organizar, como datas, ingressos, line-up e outras novidades do evento. O que já está confirmado sobre o The Town 2027 Quando será o The Town 2027? A 3ª edição do The Town está confirmada para acontecer nos dias 4, 5, 6, 11 e 12 de setembro de 2027. Onde acontecerá o festival? O The Town acontece no Autódromo de Interlagos, localizado na Av. Senador Teotônio Vilela, 261 - Cidade Dutra, São Paulo. Como comprar ingressos para o The Town 2027? Os ingressos para o The Town 2027 são vendidos exclusivamente pela Ticketmaster Brasil. A venda é realizada em etapas, e esta matéria será atualizada conforme o festival anunciar novas modalidades, datas, valores e demais informações. O que é o The Town Card? O The Town Card é a primeira modalidade de venda de ingressos para o festival. O ingresso garante antecipadamente o lugar no The Town, mas não tem uma data específica definida no momento da compra. A data de participação poderá ser escolhida posteriormente, depois que o line-up do festival for divulgado, dentro de um prazo estabelecido pela organização. A escolha estará sujeita à disponibilidade de ingressos para cada dia do evento. Quanto custou o The Town Card na última edição? Na edição de 2025, o The Town Card custou R$ 895 para a entrada inteira e R$ 447,50 para a meia-entrada, sem cobrança de taxa de conveniência. O valor de 2027 ainda não foi divulgado pela organização. O que é o The Town Club 2027? O The Town Club 2027 é um programa de fidelidade do festival que oferece benefícios exclusivos aos associados. Diferentemente do The Town Card, o Club não é um ingresso para o festival. Para 2027, existem duas categorias: The Town Club Fã e The Town Club Rockstar. Entre os benefícios estão pré-venda de The Town Cards e ingressos, credencial e lanyard exclusivos, desconto de até 15% em produtos selecionados da loja oficial, pré-venda de lockers com valor promocional e possibilidade de experiências de gramado. A categoria Rockstar reúne benefícios adicionais, como acesso ao Lounge Club com direito a um acompanhante, possibilidade de compra de até dois ingressos de área VIP por festival, além de acesso ao evento-teste com até três convidados. The Town Club Fã 2027: R$ 379 The Town Club Rockstar 2027: R$ 1.379 Qual será o line-up do The Town 2027? Até o momento, nenhum artista foi anunciado oficialmente para o line-up do The Town 2027. A organização ainda deve divulgar as primeiras atrações da terceira edição nos próximos meses. A programação será atualizada pela On Backstage conforme os nomes forem confirmados oficialmente. Quais são os palcos do The Town 2027? O The Town conta com dois palcos principais: o Skyline e o The One. O Skyline é o palco principal do festival e tem uma cenografia inspirada na cidade de São Paulo. Já o The One possui uma estrutura em formato de anfiteatro, proporcionando uma experiência diferente para o público e recebendo também encontros e apresentações especiais. Além deles, a Cidade da Música conta com outros espaços e palcos que fazem parte da programação do festival, como Factory, São Paulo Square e Palco Quebrada. Na On Backstage você encontra notícias, ingressos, line-up, experiências, dicas e guias para aproveitar o The Town 2027 sem perrengues. Siga a gente no Instagram e fique por dentro de todas as novidades! #TheTown2027
- Twenty One Pilots encerra o Rock in Rio com bateria nas alturas e muita interação
Tyler Joseph e Josh Dun encerraram a edição de 2026 com fogo, chuva, bateria nas alturas e muita interação com o público no Palco Mundo Foto: Adriana Vieira / Rock on Board O Rock in Rio terminou do jeito que o Twenty One Pilots costuma fazer de melhor: colocando o público dentro do show. Tyler Joseph e Josh Dun encerraram a edição de 2026 no Palco Mundo na madrugada desta segunda-feira (14), enfrentando chuva e uma plateia menor do que a esperada para um headliner, mas que permaneceu bastante participativa até os últimos minutos. A apresentação começou com “Overcompensate” e passou por diferentes fases da carreira do duo, incluindo “Heathens”, “Shy Away”, “Tear in My Heart”, “Jumpsuit”, “Nico and the Niners”, “Ride” e “Stressed Out”. O repertório também teve espaço para músicas mais recentes, mostrando que o show não dependia apenas da nostalgia dos maiores hits. Mas, para quem já conhece o Twenty One Pilots, o setlist é só uma parte da experiência. Tyler passou boa parte do tempo correndo pelo palco, trocando de instrumento e procurando alguma forma de se aproximar da plateia. Josh Dun, por sua vez, protagonizou um dos momentos mais comentados da noite ao escalar uma estrutura e tocar bateria literalmente nas alturas. Twenty One Pilots encerra o Rock in Rio com espetáculo e muita interação Foto: Adriana Vieira / Rock on Board E não parou por aí. O show teve fogo, plataformas suspensas, mudanças de cenário e aquela sensação de que alguma coisa poderia acontecer a qualquer momento. Em “Ride”, um segurança do festival chamado Jonathan, que também era fã da banda, foi convidado para subir ao palco e cantar com Tyler. É o tipo de momento que dificilmente estaria previsto em um show reproduzido de maneira totalmente mecânica. A interação também apareceu em pequenas coisas. Tyler conversou bastante com o público e brincou com referências brasileiras ao longo da apresentação. A banda ainda incluiu um trecho de “Seven Nation Army”, do The White Stripes, no repertório, além de brincar com “Believe”, de Cher, durante “Tally”. A chuva, que acompanhou boa parte do último dia do festival, acabou fazendo parte da experiência. O público que ficou até aquele horário precisou lidar com o gramado molhado e o clima pouco favorável, mas quem permaneceu encontrou uma banda disposta a entregar um show completo, mesmo sem a mesma quantidade de pessoas que ocupou o Palco Mundo em outros momentos desta edição. No final, Tyler e Josh ficaram suspensos em pequenas plataformas sobre o público e tocaram bateria enquanto a plateia acompanhava tudo de baixo. É uma imagem que resume bem o tipo de apresentação que o Twenty One Pilots construiu ao longo dos anos: música, espetáculo e uma proximidade quase improvável entre artista e fã. Depois de sete dias de festival, com shows gigantes, estreias, reencontros e apostas bastante diferentes entre si, o Rock in Rio terminou com uma banda que nunca parece completamente satisfeita em apenas tocar suas músicas. O Twenty One Pilots fez questão de transformar a última apresentação em uma experiência própria, mesmo debaixo de chuva e diante de um público menor. Não foi o encerramento mais grandioso em número de pessoas, mas foi um encerramento bastante fiel ao que o Twenty One Pilots representa. E, quando Josh Dun terminou tocando bateria acima da cabeça da plateia enquanto “Trees” chegava ao fim, o festival ganhou uma última imagem difícil de esquecer. #TwentyOnePilotsNoRockinRio2026
- Lola Young encara a chuva e mostra que é muito mais que “Messy” no Rock in Rio
Em sua estreia no Brasil, cantora britânica enfrentou chuva e programação disputada, mas mostrou no Palco Mundo que vai muito além do hit “Messy” Foto: MORIVA Lola Young chegou ao Rock in Rio com uma tarefa complicada. Era sua primeira vez no Brasil, boa parte do público a conhecia principalmente por “Messy” e, para completar, a chuva não deu trégua durante sua apresentação no Palco Mundo. Ainda assim, a cantora britânica conseguiu mostrar que existe muito mais por trás do hit que tomou conta das redes sociais. Logo no começo, a imagem já era diferente daquela estética propositalmente desleixada que costuma acompanhar Lola. De vestido preto, unhas enormes e acompanhada por uma banda completa, ela abriu o show com “Wish You Were Dead”. Mas a mudança visual não significava uma mudança de personalidade. Bastaram algumas músicas para aparecer novamente a combinação de vulnerabilidade, humor e aquela energia meio caótica que faz parte de sua identidade. O repertório passeou por diferentes momentos de sua carreira e deu espaço para músicas como “Big Brown Eyes”, mostrando uma artista que tem muito mais a oferecer do que o sucesso viral. Essa talvez tenha sido a principal missão de Lola naquela noite: convencer quem chegou ao show por causa de “Messy” a ficar também pelas outras músicas. Lola Young mostra no Rock in Rio que é muito mais do que “Messy” E ela parecia saber que estava diante de muita gente que ainda estava conhecendo seu trabalho. Lola falou diversas vezes sobre a felicidade de finalmente estar no Brasil e se mostrou surpresa com a recepção. Em determinado momento, chegou a dizer que estava muito feliz por ouvir os gritos dos brasileiros e que eles haviam provado ser os melhores do mundo. Só que havia uma dificuldade que não dependia dela. A chuva continuava caindo e o último dia do festival tinha uma programação cheia de opções acontecendo ao mesmo tempo. Dennis começava seu show no Espaço Favela no mesmo horário, enquanto Marina Sena apareceria pouco depois no Sunset. Para uma artista fazendo sua estreia no país, disputar a atenção de um público de festival nessas condições não era exatamente o cenário mais fácil. Mesmo assim, Lola não pareceu incomodada com quem estava ali para descobrir seu trabalho. Pelo contrário. Ela agradeceu o fato de o público continuar cantando e aproveitando o show mesmo sem conhecer todas as músicas. E foi justamente quando a apresentação ficou mais íntima que ela encontrou alguns de seus melhores momentos. Em “Spiders”, Lola se emocionou e chorou no palco. Por alguns minutos, toda aquela estrutura gigantesca do Palco Mundo pareceu menos importante. Não havia necessidade de disputar atenção ou tentar criar um grande momento de festival. Bastava a voz dela e a música. Foi uma das cenas que mais ajudaram a entender por que reduzir Lola Young a “Messy” seria injusto. A voz rouca, as mudanças de intensidade e a maneira quase confessional de cantar fazem com que suas músicas funcionem justamente quando existe espaço para prestar atenção nelas. E aí aparece uma das contradições da apresentação: Lola tinha repertório e presença para estar no Palco Mundo, mas talvez algumas de suas melhores características funcionassem ainda melhor em um palco menor, onde a distância entre artista e público não fosse tão grande. Ainda assim, sua estreia brasileira cumpriu um papel importante. Em meio à chuva e à programação disputada, Lola Young teve a oportunidade de apresentar uma versão mais completa de si mesma para quem conhecia apenas o hit. E, se “Messy” foi o motivo que levou muita gente até ali, “Spiders” e o restante do repertório mostraram por que vale a pena ficar para conhecer o que existe depois dela. #LolaYoungNoRockinRio2026
- Rock in Rio aposta no K-pop e encontra uma nova geração na Cidade do Rock
Primeiro dia inteiramente dedicado ao gênero reuniu fãs de diferentes idades, lotou o Palco Mundo e mostrou como o K-pop pode aproximar uma nova geração da experiência de festival Foto: NEXZ / MORIVA O Rock in Rio decidiu apostar em uma coisa que ainda não tinha feito em mais de quatro décadas de história: dedicar um dia inteiro ao K-pop. A resposta veio logo nas primeiras horas desta sexta-feira (11), quando a Cidade do Rock começou a ser tomada por lightsticks, looks inspirados nos ídolos e uma quantidade enorme de fãs que chegaram cedo para garantir um lugar perto do Palco Mundo. Mais do que colocar artistas sul-coreanos no line-up, o festival abriu espaço para um público que tem uma relação diferente com a música ao vivo. Crianças, adolescentes, jovens adultos e muitos pais acompanharam os shows de NEXZ, Hwasa e Stray Kids, transformando o espaço em uma espécie de ponto de encontro de uma geração que cresceu consumindo K-pop pela internet e que agora teve a oportunidade de viver essa experiência dentro de um dos maiores festivais do país. O NEXZ foi responsável por abrir o Palco Mundo e já encontrou uma plateia bastante mobilizada. Mesmo sendo um grupo relativamente novo e tendo um repertório ainda limitado para preencher um grande festival, conseguiu manter os fãs envolvidos, principalmente pela interação em português e pela proximidade com quem estava na frente do palco. Rock in Rio aposta no K-pop e encontra uma nova geração na Cidade do Rock Depois veio Hwasa, que mostrou que o K-pop também pode ter diferentes caminhos. A cantora não apostou apenas em coreografias e perfeição visual. Com banda ao vivo, presença de palco e uma postura mais provocadora, ocupou o Palco Mundo com personalidade. A concentração de fãs foi tão grande que a organização precisou interromper o início da apresentação para pedir que o público recuasse e liberasse espaço na frente. A própria dinâmica do festival também mudou. Quem chegava à Cidade do Rock naquele dia encontrava um público muito mais jovem e uma quantidade de símbolos que não costumam aparecer com tanta força nas outras noites. Lightsticks substituíam celulares levantados em alguns momentos, fãs usavam roupas e acessórios inspirados nos grupos e era comum encontrar pessoas que haviam planejado a experiência muito antes de chegar ao festival. Mas o Rock in Rio não virou uma bolha completamente isolada de outros estilos. No Palco Sunset, o Jamiroquai fazia um caminho praticamente oposto, revisitando sucessos dos anos 1990 para um público que cresceu com a banda. No Espaço Favela, MC Carol, Puterrier e NandaTsunami colocaram funk e rap diante de uma plateia que também estava descobrindo novas sonoridades. No Palco Mundo, até Alok encontrou uma maneira de conversar com aquele público. O DJ incorporou músicas de artistas como Blackpink e Katseye ao set e ainda contou com uma parceria inédita com o Twice, enquanto seu espetáculo apostava em drones, luzes e grandes efeitos visuais. Foto: Adriana Vieira / Rock on Board E, claro, o grande teste veio com o Stray Kids. Quando o grupo entrou no Palco Mundo, já não havia muito espaço para dúvida sobre o tamanho da aposta. A plateia estava completamente tomada, com fãs cantando, dançando e reagindo a cada integrante. A banda ainda levou músicos ao vivo e adaptou alguns arranjos para o festival, criando um show que, em determinados momentos, se aproximou mais de uma apresentação de rock do que da estrutura tradicionalmente associada ao K-pop. O mais importante talvez esteja justamente fora do palco. O Rock in Rio conseguiu apresentar a experiência de um grande festival para uma parcela do público que ainda não necessariamente tinha esse hábito. Para muitos daqueles adolescentes, aquela pode ter sido a primeira vez diante de uma multidão daquele tamanho, acompanhando artistas que até pouco tempo atrás pareciam distantes demais para fazer parte da programação de um festival brasileiro. A aposta ainda deixa uma pergunta para as próximas edições: quanto desse novo público vai voltar para ver outros artistas? É cedo para saber. Mas o primeiro dia dedicado ao K-pop mostrou que existe uma geração disposta a ocupar a Cidade do Rock, viajar por seus artistas favoritos e viver o festival de uma maneira muito própria. No fim, talvez essa tenha sido a maior novidade do dia. O Rock in Rio não apenas colocou o K-pop no palco. Deu espaço para um público novo descobrir o que significa estar em um festival. E, para um evento que já atravessou quatro décadas justamente por saber mudar junto com a música, essa talvez seja uma das apostas mais importantes desta edição. #KPopNoRockinRio
- Stray Kids encerra primeiro dia de K-pop do Rock in Rio com show feito para os fãs
Stray Kids encerrou o primeiro dia de K-pop da história do festival com Palco Mundo lotado, músicos ao vivo, versões especiais e uma conexão intensa com os fãs brasileiros Foto: Adriana Vieira / Rock on Board Quando o Stray Kids chegou ao Palco Mundo, já não havia muita dúvida sobre o tamanho da expectativa. O grupo sul-coreano entrou caminhando pelo chão, em meio ao público, e encontrou uma Cidade do Rock tomada por lightsticks, cartazes e fãs que esperaram horas para vê-los de perto. Bang Chan, líder do grupo, olhou para aquela multidão e não conseguiu esconder a surpresa. Era difícil até enxergar onde ela terminava. O show encerrou o primeiro dia inteiramente dedicado ao K-pop na história do Rock in Rio e, se havia alguma dúvida sobre a aposta do festival, a resposta estava ali. O Palco Mundo estava lotado e o público acompanhou cada música com uma intensidade que deixou o espaço praticamente impossível de ignorar. Crianças, adolescentes e adultos dividiram o mesmo lugar, muitos deles acompanhados pelos pais, que também acabaram entrando na experiência. O Stray Kids também encontrou uma maneira de não entregar simplesmente o mesmo espetáculo que apresenta em outros lugares. A banda levou músicos ao vivo para o palco, dando mais peso às músicas e criando uma sonoridade que, em vários momentos, aproximou a apresentação de um show de rock. As coreografias continuaram sendo importantes, claro, mas não eram o único centro da performance. Stray Kids transforma Palco Mundo em uma grande celebração do K-pop Foto: Adriana Vieira / Rock on Board Isso ficou ainda mais evidente nas versões preparadas especialmente para o festival. “Chk Chk Boom”, por exemplo, ganhou um arranjo diferente do original, enquanto outras músicas receberam mudanças que deixaram o repertório mais adequado para um grande palco. A sensação era de que o grupo não queria apenas cumprir um setlist, mas aproveitar a oportunidade de estar diante de um público que conhecia cada detalhe de sua carreira. E o público brasileiro também ganhou seus momentos. Bang Chan arriscou um trecho de “Ai, Se Eu Te Pego”, de Michel Teló, provocando uma reação imediata. Ao longo da apresentação, a interação entre grupo e fãs foi constante, com brincadeiras, comentários e aquela troca que costuma ser uma das marcas mais fortes dos shows de K-pop. A energia já vinha sendo construída desde o começo do dia. O NEXZ abriu o Palco Mundo e encontrou fãs mobilizados desde cedo. Depois, Hwasa mostrou outra possibilidade dentro do K-pop, com um show mais provocador e uma banda ao vivo. A concentração de público chegou a ser tão grande antes da apresentação da cantora que a organização precisou interromper o início do show para pedir que as pessoas recuassem por segurança. Foto: Adriana Vieira / Rock on Board Quando chegou a vez do Stray Kids, portanto, aquela multidão já estava preparada. E talvez esse seja um dos pontos mais interessantes da noite: o público não apareceu apenas para assistir a um artista. Ele fez parte da apresentação. Cada grito, cada lightstick levantado e cada resposta às músicas ajudava a construir a atmosfera do show. Até Alok, que entrou no meio da programação do Palco Mundo, encontrou uma maneira de conversar com aquela plateia, incluindo músicas de artistas como Blackpink e Katseye em seu set e realizando uma parceria com o Twice. No Sunset, o Jamiroquai apresentou o outro lado da noite, enquanto o Espaço Favela colocou funk e rap diante de uma plateia majoritariamente interessada no K-pop. No fim, o Stray Kids entregou exatamente o que aquela noite pedia, mas sem parecer uma apresentação genérica de festival. Trouxe suas músicas, suas coreografias e sua identidade, mas também deixou espaço para improvisar, brincar e responder ao público brasileiro. O primeiro dia de K-pop do Rock in Rio terminou com uma imagem difícil de ignorar: uma multidão inteira cantando e gritando por um grupo que veio do outro lado do mundo e que, naquela noite, já parecia bastante à vontade diante do público brasileiro. A aposta do festival ganhou sua resposta mais clara quando o Stray Kids entrou no palco e ela veio em volume máximo. #StrayKidsNoRockinRio2026
- Hwasa deixa a delicadeza de lado e mostra por que é uma das grandes divas do K-pop no Rock in Rio
Cantora sul-coreana apostou em presença de palco, personalidade e sensualidade para comandar o Palco Mundo em uma noite histórica para o K-pop no festival Foto: Adriana Vieira / Rock on Board Se o Rock in Rio queria descobrir como o K-pop funciona fora da lógica dos grupos e das grandes coreografias, Hwasa deu uma resposta bastante clara. Sozinha no Palco Mundo, a cantora sul-coreana não precisou seguir nenhuma cartilha para dominar a primeira noite dedicada ao gênero na história do festival. Depois do NEXZ, que entregou uma apresentação marcada por coreografias precisas e pela estética tradicional dos grupos de K-pop, Hwasa apareceu em outra frequência. A voz grave, a presença de palco e uma postura muito mais provocadora fizeram com que ela ocupasse o palco sem parecer precisar de uma grande estrutura ao redor. O repertório passou por alguns dos principais momentos de sua carreira solo, incluindo “Twit”, “Maria”, “I Love My Body” e “Good Goodbye”, além de um medley do MAMAMOO. Mas talvez o mais interessante tenha sido justamente a forma como Hwasa se apresentou. Ela não tentou parecer perfeita o tempo inteiro. Pelo contrário, sua força está justamente em assumir a própria personalidade e brincar com aquilo que esperam dela. Hwasa mostra no Rock in Rio por que é uma das grandes divas do K-pop Isso também passa pela maneira como a cantora construiu sua carreira. Hwasa se tornou conhecida por desafiar padrões dentro do próprio K-pop, especialmente em relação à aparência feminina e à forma como uma artista deveria se comportar. No Rock in Rio, essa característica ficou ainda mais evidente. E o público respondeu. A expectativa já era enorme antes mesmo de Hwasa entrar no palco, tanto que a concentração de fãs chegou a provocar um alerta de segurança antes da apresentação. A produção precisou pedir que as pessoas próximas à grade recuassem para evitar uma aglomeração perigosa. Quando o show começou, a energia acumulada encontrou finalmente um lugar para descarregar. Hwasa conversou com os fãs, arriscou frases em português e demonstrou carinho pelo Brasil durante a apresentação. No final, ainda apareceu com uma bandeira brasileira, em um dos momentos mais emocionais da noite. O resultado foi uma apresentação que funcionou mesmo para quem talvez não seja tão familiarizado com o K-pop. Hwasa não dependeu apenas do fandom para sustentar o show. Sua performance tinha personalidade suficiente para chamar atenção por conta própria, justamente porque ela parece confortável em não seguir exatamente o que se espera de uma estrela do gênero. Em uma noite histórica para o Rock in Rio, que pela primeira vez dedicou um dia inteiro ao K-pop, Hwasa ocupou seu espaço de uma maneira muito particular. Antes de ser apenas mais uma atração de um line-up dominado pelo gênero, ela mostrou por que sua carreira solo ganhou tanta força: quando sobe ao palco, Hwasa não precisa se encaixar em um padrão, já que ela simplesmente faz o palco caber nela. #HwasaNoRockinRio2026
- Jamiroquai atravessa gerações e mostra que ainda tem espaço no Rock in Rio
Banda britânica revisitou clássicos da carreira no Palco Sunset e mostrou que sua mistura de funk, soul, disco e acid jazz continua conectando diferentes gerações Foto: Adriana Vieira / Rock on Board Em uma noite em que o Rock in Rio estava claramente dominado por uma nova geração de fãs, o Jamiroquai apareceu no Palco Sunset como um lembrete de que algumas músicas simplesmente não envelhecem. Enquanto boa parte do público mais jovem guardava lugar para o Stray Kids no Palco Mundo, a banda britânica reuniu no Sunset quem já conhecia aqueles acordes há décadas. Liderado por Jay Kay, o grupo trouxe para o festival a mistura de funk, soul, disco, R&B e acid jazz que marcou sua carreira desde os anos 1990. E não precisou reinventar o repertório para provar que ainda funciona. Os grandes sucessos continuaram sendo o principal combustível da apresentação. Jay Kay, aos 56 anos, apareceu com a energia que se espera de um frontman que passou boa parte da carreira transformando seus chapéus e figurinos em parte da própria identidade. As trocas de visual aconteceram ao longo do show, mas era a banda que sustentava a maior parte da experiência, com músicos muito bem entrosados e arranjos que deixavam as músicas respirarem. Jamiroquai atravessa gerações e mostra que ainda tem espaço no Rock in Rio O repertório passeou por diferentes fases da trajetória do Jamiroquai, revisitando trabalhos como Emergency on Planet Earth, The Return of the Space Cowboy e Travelling Without Moving. É curioso perceber como essas músicas, que chegaram ao público brasileiro principalmente pela MTV nos anos 1990, continuam reconhecíveis para quem cresceu naquela época. De um lado, adolescentes chegavam cedo para acompanhar seus grupos favoritos de K-pop. Do outro, adultos que provavelmente também foram adolescentes quando “Virtual Insanity” apareceu pela primeira vez na televisão estavam ali cantando e dançando as mesmas músicas anos depois. Quando “Virtual Insanity” apareceu no final da apresentação, ficou ainda mais evidente o tamanho da memória afetiva construída pela banda. O clipe que marcou uma geração continua sendo imediatamente reconhecido, e a música ainda tem força suficiente para fazer um público inteiro reagir aos primeiros acordes. Em uma programação pensada para apresentar o festival a uma nova geração através do K-pop, a banda não precisou disputar atenção com Stray Kids ou tentar acompanhar a linguagem de quem estava no palco Mundo. Apenas fez seu show, revisitou seus clássicos e deixou claro que existe público para uma música que atravessa décadas. No fim, o Jamiroquai funcionou quase como um encontro entre pais e filhos dentro da Cidade do Rock. Enquanto uma geração descobria seus novos ídolos, outra reencontrava uma banda que fez parte da sua própria juventude. E, quando a música continua funcionando para públicos tão diferentes, talvez “atemporal” seja mesmo uma palavra difícil de evitar. #JamiroquaiNoRockinRio2026
- Os Garotin levam groove e personalidade ao Rock in Rio com participação de Duquesa
Trio de São Gonçalo misturou soul, funk, MPB e rap no Palco Sunset e encontrou em Duquesa uma parceira que combinou naturalmente com sua sonoridade Foto: Adriana Vieira / Rock on Board Em uma noite em que o Palco Mundo estava completamente voltado para o K-pop, Os Garotin encontraram no Sunset um espaço para mostrar que a música brasileira também tinha muito a dizer. O trio de São Gonçalo levou sua mistura de soul, funk, MPB e rap para o Rock in Rio nesta sexta-feira (11) e ainda convidou Duquesa para dividir o palco em um dos momentos mais animados da apresentação. Anchieta, Léo Guima e Cupertino entraram no palco com aquela mistura de estilo que já virou parte da identidade do grupo. O figurino, os movimentos e principalmente a sintonia entre os três ajudam a construir uma apresentação que não depende de grandes efeitos para chamar atenção. É um show muito mais baseado em presença, groove e na relação entre os integrantes. A apresentação começou com algumas dificuldades para equilibrar os vocais, mas rapidamente encontrou seu ritmo. Quando o trio engrenou, ficou difícil ficar parado. Vieram músicas como “Garota”, “hoje eu vou me dar bem”, “Fantástica” e “Curva Escura”, até que Duquesa apareceu no palco para participar do show. Os Garotin levam groove e personalidade ao Rock in Rio com participação de Duquesa Foto: Adriana Vieira / Rock on Board A rapper baiana entrou para cantar “Big D!!!!!” e “Voo 1360”, trazendo uma energia diferente para o repertório. A participação não pareceu apenas um daqueles convidados colocados no meio do show para criar um momento especial. Duquesa realmente encontrou espaço dentro da proposta dos Garotin, e a combinação entre o rap dela e o groove do trio funcionou naturalmente. Depois, Os Garotin seguiram pelo repertório que ajudou a colocar o grupo em evidência, passando por “Nossa Resenha”, “Carinha de Neném” e “Zero a Cem”. O público também respondeu bem, mesmo em uma tarde em que boa parte da atenção estava voltada para os artistas sul-coreanos que dominariam o Palco Mundo mais tarde. E talvez esse seja um dos pontos mais interessantes do show. Os Garotin não precisaram competir com o K-pop ou tentar fazer algo maior do que a própria proposta. Fizeram o que sabem fazer, com uma sonoridade brasileira contemporânea e uma apresentação cheia de personalidade. Em meio a uma programação marcada por atrações internacionais e por um público que esperava principalmente pelo Stray Kids, o trio mostrou que também existe espaço para descobrir artistas nacionais no festival. E, com Duquesa ao lado, entregou um daqueles encontros que fazem sentido quando acontecem no palco. #OsGarotinNoRockinRio2026












