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  • Foto do escritorMatheus Lima

The Town: erros e acertos do 1° fim de semana do festival

Som potente dos palcos, filas por todos os lados, opções para comer e beber; confira os altos e baixo dos dois primeiros dias de The Town


Fogos e luzes na abertura do Palco Skyline — Foto: I Hate Flash


O primeiro fim de semana do The Town foi concluído entre trancos e barrancos. O megafestival estreou com o Autódromo de Interlagos abarrotado e um público pronto para mergulhar de cabeça nas experiências eletrizantes que preenchem os 360 mil metros quadrados da área do festival. Mas qual foi o saldo desses primeiros momentos? Preparamos uma lista com o que deu certo e o que precisa ser melhorado para o retorno do festival na próxima semana, nos dias 7, 9 e 10. The Town: Bruno Mars mostra toda sua potência em show catártico, com sequência de smash hits The Town: confira preços da loja de produtos oficias e merch de bandas

Pontos altos


Banheiros


Pela primeira vez, o Autódromo recebeu um festival com banheiros ligados à rede de esgoto, o que trouxe um conforto maior para o público ao longo das horas na Cidade da Música. O fluxo de pessoas não foi um problema, já que na maior parte do tempo havia itens básicos de higiene, como papel e sabonete, à disposição.


Alimentação para todos os gostos e bolsos


O line-up gastronômico conta com opções variadas e refeições que vão dos pratos bem preparados e elaborados, como picadinho com alligot (R$ 55) e pasta ao molho de queijo com farofa de focaccia (R$ 40), do Market Square, aos rápidos e práticos lanches do McDonald's (que oferecem opções de combos de hambúrguer e batata frita a partir de R$ 35,90) e pizza (R$ 42).


Som potente


Se no Rock in Rio, "irmão mais novo" do The Town, o som dos palcos não agradou muita gente, na Cidade da Música a situação foi diferente. A potência das caixas tornaram a atmosfera dos shows ainda mais eletrizante, podendo ser ouvido com excelente definição.


Telões em pontos estratégicos


No cruzamento entre os palcos Skyline, que reflete a grandiosidade dos arranha-céus de São Paulo, e o The One, que vibra arte e pluralidade, alguns telões foram posicionados de maneira estratégica para que o público pudesse acompanhar a transmissão de shows que estivessem acontecendo em um dos espaços.


Pontos baixos


Transporte


Em uma parceria inédita com a ViaMobilidade, o The Town garantiu o funcionamento de trens e metrô 24 horas ao longo do festival. Ainda sim, não foi possível conter desacertos e situações de estresse passados pelo público que se deslocava rumo à Cidade da Música. Logo no primeiro dia, uma falha elétrica na Linha 9-Esmeralda causou demora e tumulto, gerando superlotação nas estações. No momento da volta, a situação já estava mais controlada, o que resultou em um bom funcionamento dos serviços na 2° data do evento.


Filas por todos os lados


Bruno Mars foi o responsável por um fluxo massivo de pessoas no último domingo (03), quando tocou no Palco Skyline. O que já era de se esperar, naturalmente, aconteceu. Filas intensas e quilométricas, tanto na entrada quanto para serviços de alimentação, banheiros e ativações.


Falta de pontos de alimentação no palco principal


Quem estava próximo ao Skyline deveria se locomover em direção contrária ao espaço para, finalmente, se deparar com espaços de alimentação. Diferente do Rock in Rio, quando points de lanches eram montados nas laterais do Palco Mundo, o de maior destaque, no The Town só haviam bares para compra de bebidas. Quem não estava com um lanchinho precisou percorrer um mar de gente.


Locomoção


O Skyline e The One são os dois palcos principais do festival, e se esbarram. O percurso para chegar em um dos espaços, entre idas e vindas, gera um fluxo de circulação intenso. Em determinados momentos era quase impossível transitar por lá.


Visão obstruída


A estrutura do Skyline é absurdamente incrível em cada detalhe, refletindo toda magnitude de arquitetura paulistana. O espaço pede um som à altura. E o festival consegue entregar de maneira muito nítida. Porém, a quantidade e disposição das torres que permitem toda essa grandiosidade sonora, acabam ocupando bastante da visão do artista no palco para quem está um pouco mais afastado das grades ou laterais. A estrutura da house mix também preenche bastante o campo de visão do público.


Falta de água


Algo que não deveria acontecer em nenhum festival, principalmente desse porte, é a falta de itens básicos à disposição no momento da compra, como um simples copo de água. E isso aconteceu no 2° dia de evento, gerando grande frustração em um domingo tão quente e abafado.


Acompanhe a cobertura do The Town no @onbkstg!


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