Viagra Boys no Lollapalooza Brasil 2026: 5 músicas essenciais para conhecer a banda
- Mayara Abreu
- 2 de fev.
- 2 min de leitura
A banda sueca se apresenta na sexta-feira (20) e promete levar ao festival seu punk sarcástico, dançante e cheio de personalidade

Se você ainda não se aventurou pelo universo caótico, sarcástico e deliciosamente estranho do Viagra Boys, essa é a hora certa. A banda sueca se apresenta na sexta-feira (20), no Lollapalooza Brasil 2026, e construiu uma identidade própria dentro do punk e do post-punk contemporâneo, misturando riffs sujos, grooves dançantes, sintetizadores tortos e letras que equilibram humor ácido e crítica social.
Para começar essa jornada do jeito certo, separamos 5 músicas essenciais para conhecer o Viagra Boys, um pequeno mapa para entender por que eles se tornaram um dos nomes mais interessantes do rock alternativo atual.
1. Sports
Provavelmente a porta de entrada perfeita. “Sports” é simples, repetitiva, hipnótica e completamente absurda e exatamente por isso, genial. A faixa brinca com a cultura da masculinidade, do consumo e da estética “bro”, enquanto te faz balançar a cabeça sem perceber. Ao vivo, vira um verdadeiro ritual coletivo.
2. Just Like You
Crua, direta e carregada de ironia. A música mostra bem o lado mais punk da banda, com um instrumental enxuto e um vocal que soa entre o deboche e a confissão. É Viagra Boys em estado puro: sujo, honesto e provocador.
3. Ain’t Nice
Aqui entra o lado mais grooveado do grupo. O baixo conduz a faixa com força, enquanto os sintetizadores dão um clima quase dançante. A letra, como de costume, cutuca comportamentos tóxicos e contradições humanas com um sorriso torto no rosto.
4. Girls & Boys
Uma das músicas mais acessíveis da banda, sem perder a estranheza. Tem refrão pegajoso, clima quase pop, mas ainda carregado daquela sensação de que algo está propositalmente fora do lugar. Ideal para entender como o Viagra Boys flerta com melodias mais abertas sem abandonar sua essência.
5. Punk Rock Loser
Um hino auto-depreciativo que resume bem a estética da banda. Sebastian Murphy se coloca como um anti-herói patético, enquanto o instrumental cresce de forma tensa. É engraçada, triste, caótica e estranhamente reconfortante, tudo ao mesmo tempo.
Por onde seguir depois?
Se essas cinco te conquistarem, vale mergulhar nos álbuns Street Worms e Welfare Jazz, que revelam diferentes facetas do grupo: do punk mais direto às experimentações com eletrônica, jazz e grooves quase funk.
O Viagra Boys não tenta ser elegante nem perfeito. Soa como uma banda que abraça o erro, o excesso e a esquisitice, e é justamente aí que mora o charme.
Se você gosta de rock que provoca, incomoda e diverte na mesma medida, pode dar o play sem medo.





















