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Sabrina Carpenter confirma status de estrela pop e domina o Lollapalooza Brasil 2026

  • Foto do escritor: Matheus Lima
    Matheus Lima
  • há 1 hora
  • 2 min de leitura

Cantora aposta em megaestrutura, hits recentes e forte conexão com o público em show eufórico em Interlagos


Foto: Fábio Tito/g1


Sabrina Carpenter subiu ao palco do Lollapalooza Brasil 2026 nesta sexta-feira (20) para cravar de vez seu nome como uma das maiores estrelas do pop atual. O público brasileiro, que acompanha sua trajetória há alguns anos, pôde ver de perto o tamanho que essa era alcançou.


A última passagem da cantora pelo país aconteceu há três anos — e, de lá para cá, sua carreira ganhou uma nova dimensão. Com os álbuns Short n' Sweet (2024) e Man's Best Friend (2025), Sabrina acumulou hits e consolidou uma identidade que mistura carisma, ironia e apelo pop imediato. No Lolla, esses trabalhos formaram a espinha dorsal do show, que manteve o público em alta do início ao fim.


A estrutura acompanhou esse momento de auge. No Autódromo de Interlagos, a artista trouxe uma produção robusta, com coreografias bem marcadas, múltiplas trocas de figurino, telões com direção de câmera pensada para cada detalhe e elementos de palco que criavam diferentes níveis durante a apresentação.


Sabrina entrega o melhor do que vemos nas maiores divas pop: uma estrutura de palco gigante, bailarinos, troca de looks e performances coreografadas de forma majestosa, que se desenrolam com naturalidade ao longo da apresentação. E sabe o que mais encanta? É que tudo soa natural.


Carpenter sustenta facilmente o que se propõe a fazer: entregar um belo espetáculo.

Logo no início, a cantora tratou de se aproximar do público com comentários descontraídos, demonstrando familiaridade com os fãs brasileiros. A resposta veio imediata, com uma plateia engajada que acompanhou cada momento do show.


O repertório alternou entre blocos mais dançantes e momentos de respiro. Em uma parte mais intimista, com voz e violão, Sabrina desacelerou e aproveitou para interagir de forma bem-humorada, reagindo aos gritos da plateia e até se arriscando no português — o que aumentou ainda mais a conexão com o público.


Ao longo da apresentação, músicas como “Manchild” mostraram o alcance de suas composições, cantadas em coro por grande parte do público. Já em “Nobody’s Son”, a cantora evidenciou sua capacidade vocal, fugindo do foco apenas performático e reforçando sua versatilidade no palco.


O ritmo voltou a crescer em faixas mais coreografadas, como “Bed Chem”, enquanto “Juno” manteve o clima de interação com a plateia, em um dos momentos mais comentados do show.

Mesmo com pausas entre blocos e pequenas interferências externas, a apresentação não perdeu força. Sabrina manteve o domínio do palco e conseguiu sustentar a atenção do público ao longo de todo o set.


Na reta final, “Please Please Please” e “Espresso” levaram o público ao ápice, com coro forte e clima de encerramento em alta. O show não foi dos mais longos, mas cumpriu seu papel: reforçar o tamanho de Sabrina Carpenter hoje e deixar a sensação de que o Brasil segue como parada garantida em suas próximas turnês.


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