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  • Foto do escritor: Matheus Lima
    Matheus Lima
  • 2 de dez. de 2024
  • 1 min de leitura

Apresentação está prevista para o segundo semestre de 2025, marcando o retorno do Muse ao Brasil após seis anos, desde o show eletrizante no Rock in Rio


Performances visuais impecáveis fazem do Muse uma das melhores bandas ao vivo — Foto: Divulgação


Muse deve desembarcar no Brasil para shows no segundo semestre de 2025, conforme antecipado pelo jornalista José Norberto Flesch, reconhecido por revelar, em primeira mão, boa parte das grandes turnês internacionais que chegam ao país.


Com performances épicas e uma energia impressionante, a banda continua mostrando que é como vinho, ficando melhor com o tempo. Hits como Starlight, Uprising e Supermassive Black Hole são prova disso. A última passagem do Muse pelo Brasil foi em 2019, quando se apresentaram no Rock in Rio, no Rio de Janeiro, e em São Paulo, como parte da turnê Simulation Theory World Tour.


No festival carioca, o grupo fez um show visual impecável de quase duas horas de duração, eletrizante do início ao fim. Relembre a performance:



Vale lembrar que nada está oficialmente confirmado, mas, assim que estiver, pode contar com a gente pra trazer todos os detalhes. Combinado?


Como o festival superou o temporal e mostrou a importância da preparação para emergências climáticas em festivais


Rock the Mountain acontece na Serra Fluminense — Foto: I Hate Flash


A noite de abertura do Rock the Mountain, realizada na última sexta-feira (08), foi marcada por uma chuva intensa, um dos maiores testes para a estrutura de qualquer festival. Sabemos que eventos desse porte, especialmente ao ar livre, precisam estar preparados para enfrentar os impactos das mudanças climáticas, e o RtM não foi diferente.


O festival acontece no Parque de Itaipava, na Serra Fluminense, uma área naturalmente ocupada por grama, o que, em condições de chuva, pode resultar em lama e desafios logísticos. No entanto, a organização mostrou rapidez e eficiência ao reagir à situação.


Corrida contra o tempo


No segundo dia, poucas horas antes da abertura dos portões, equipes já estavam no local trabalhando para minimizar os danos causados pela chuva. A solução veio com a aplicação de britas (pedras) e areia em diversos pontos estratégicos do parque, além da drenagem de áreas que acumulavam água.


É importante destacar que, embora o serviço tenha diminuído consideravelmente os efeitos da chuva, não foi possível eliminar completamente a lama em todos os locais, já que algumas áreas precisavam de sol para secar. No entanto, as medidas adotadas garantiram uma experiência muito mais confortável para o público, permitindo que o festival acontecesse com a melhor estrutura possível, apesar das adversidades climáticas.


Papo reto com o público é essencial


Além disso, o Rock the Mountain manteve uma comunicação clara e constante com o público, informando sobre as condições climáticas e dando orientações sobre o tipo de calçado ideal para enfrentar a chuva (as galochas salvam!). Essa comunicação transparente ajudou os festivaleiros a se prepararem da melhor forma, garantindo que todos estivessem prontos para aproveitar o festival, mesmo com as condições adversas.


O futuro dos festivais


É importante ressaltar que os festivais precisam estar cada vez mais atentos à emergência climática e às mudanças repentinas nas condições do tempo. O Rock the Mountain demonstrou, mais uma vez, que a preparação e a comunicação são fundamentais para lidar com esses imprevistos.


A experiência do festival deve ser planejada de forma a ser resiliente a essas mudanças, sem comprometer a qualidade e a segurança dos participantes. O futuro dos festivais depende, em grande parte, da capacidade de se adaptar a esse novo cenário climático, criando soluções que permitam que a música continue a ser celebrada, independentemente das condições do tempo.


  • Foto do escritor: Matheus Lima
    Matheus Lima
  • 12 de nov. de 2024
  • 3 min de leitura

Se você já sonhou com um festival onde tudo se encaixa – da música ao cenário, do conforto à inclusão –, o Rock the Mountain é o seu lugar


Rock the Mountain acontece na Serra Fluminense — Foto: I Hate Flash


Imagine um festival de música onde o som te envolve e, ao olhar ao redor, você está cercado por montanhas, ar puro e um cenário encantador. Esse é o Rock the Mountain, um evento que não é só sobre música, mas sobre viver intensamente cada segundo em uma experiência marcante.


A On Backstage viveu dois dias de festival e reúne nesta matéria todos os detalhes e experiências que fizeram do evento algo memorável. Abaixo, vamos explorar os motivos que fazem desse festival algo único – quem sabe ele não seja exatamente o que você sempre sonhou?


Público aproveitando a experiência RtM — Foto: I Hate Flash


Um cenário envolvente


O Rock the Mountain acontece no Parque de Itaipava, em meio à Serra Fluminense, um local onde a natureza vira palco. Não é qualquer lugar que oferece essa combinação entre a energia vibrante dos shows e a calma das montanhas. Esse cenário transforma o festival em uma experiência sensorial completa, longe do concreto e dos barulhos urbanos.


Diversidade nos palcos


O line-up do festival abraça diferentes estilos e vozes, contemplando o melhor da música brazuca. É a chance de curtir os artistas que você já ama e, quem sabe, descobrir novas paixões musicais. A diversidade não está apenas nos gêneros, mas também nas gerações e nas experiências de cada artista, o que torna cada show único e surpreendente. Nesta edição, por exemplo, a escalação conta com nomes de peso como Anitta, Planet Hemp, O Grande Encontro, Pabllo Vittar, Pitty e muitos outros. É uma celebração da música nacional.


Inclusão e acessibilidade


O Rock the Mountain é feito para todos. Pensando na inclusão, o festival conta com acessibilidade em diversas áreas, incluindo espaços dedicados a cadeirantes e áreas de descanso. Também há uma atenção especial para quem precisa de assistência específica, tornando a experiência confortável e prazerosa para todos. Afinal, um festival é mais completo quando consegue ser verdadeiramente inclusivo e acolher todas as pessoas com respeito e dignidade.


Conforto que o público merece


Para quem já passou perrengue em outros festivais, o Rock the Mountain se destaca ao oferecer o máximo de conforto possível. Não estamos falando só das áreas de descanso, dos food trucks com opções variadas e dos pontos de hidratação espalhados pelo evento. O festival está em constante troca com o público, ouvindo sugestões e reavaliando pontos que podem ser aprimorados. Nesta edição, por exemplo, choveu na noite de abertura, no dia 08 de novembro, e, já no dia seguinte, a organização tomou medidas para minimizar o impacto da chuva no gramado natural do parque.


A vibe que só o Rock the Mountain tem


A vibe do Rock the Mountain é um dos motivos pelos quais muitos retornam todos os anos. Não é só um festival de música, mas uma reunião de pessoas que compartilham um amor por momentos autênticos, por amizades inesperadas e, claro, pela música. As pessoas estão ali para se divertir, se conectar e criar memórias que vão muito além do que cabe em uma foto.


Um festival consciente e sustentável

Vivemos em tempos onde a responsabilidade ambiental não é mais uma escolha, mas uma necessidade. O Rock the Mountain leva essa questão a sério. Ao longo do evento, você vai encontrar pontos de coleta seletiva, materiais biodegradáveis e iniciativas para reduzir o uso de plástico.


Para sempre Rock the Mountain


Em um mundo onde tudo parece tão imediato e passageiro, o Rock the Mountain é um respiro. É uma pausa para aproveitar e apreciar a música, a natureza e a presença dos amigos. Ao fim do festival, você sairá de lá com a certeza de que viveu algo diferente, algo que ficará na memória.


Então, se você já sonhou com um festival onde tudo se encaixa – da música ao cenário, do conforto à inclusão –, o Rock the Mountain é o seu lugar. E ele está pronto para ser um capítulo inesquecível na sua jornada de festivaleiro.


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