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Show de Ret no The Town teve sucessos, participações especiais e público quente


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Felipe Ret durante show no The Town — Foto: Moriva


A segunda edição do The Town começou hoje em São Paulo, e quem ficou responsável por abrir o palco Skyline no primeiro dia de festival foi Filipe Ret. O rapper mostrou porque é um dos nomes mais fortes do rap nacional, surgindo em cena ao som de “Uma Era”, em uma entrada imponente que já deu o tom da apresentação.


Na sequência, o público vibrou com sucessos como “Da Onde Eu Venho” e “Corte Americano”, cantando alto cada verso. O show, parte de sua nova turnê, destacou principalmente os álbuns Nume e Nume Epílogo, que marcam a segunda trilogia de sua carreira.


Diante de uma plateia jovem e lotada, Ret exibiu a força de seu repertório cheio de atitude. Os telões, que mostravam um céu psicodélico e a imagem do rapper distorcida em diversos momentos, ampliaram a atmosfera da apresentação.


Entre os pontos altos, a participação de Alee em “Tudo de Novo” foi recebida com muitos aplausos. Ret também fez questão de valorizar artistas da cena trap e funk, como Oruam e Poze do Rodo. Antes de cantar “Me Sinto Abençoado”, deixou o recado: “Liberdade pro Oruam. MC não é bandido”, declaração que fez a multidão explodir em gritos e palmas.


Fiel às suas origens, exaltou o Catete, Glória e Lapa, regiões que chama de KGL em suas músicas. No repertório, ainda passaram faixas como “Louco Pra Voltar” e “War”. Para encerrar em grande estilo, “Deus Perdoa” levou o público ao êxtase, com Filipe Ret sem camisa e uma energia que selou o show como um dos momentos marcantes do Skyline neste primeiro dia de The Town.


ATENAS.ag patrocina a cobertura da On Backstage no The Town


A relação da ATENAS.ag com os grandes festivais vai além das ativações de marca. A agência é também patrocinadora oficial da cobertura da On Backstage no The Town, fortalecendo sua conexão com o público. A parceria reforça o compromisso da agência em transformar experiências em narrativas que ultrapassam os limites do festival.


MC Cabelinho comanda o público do The Town 2025 com funk, trap e momentos inesquecíveis, incluindo cover de Charlie Brown Jr


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MC Cabelinho durante show no The Town 2025 no palco The One — Foto: MORIVA


MC Cabelinho transformou o The Town em um grande coro coletivo neste sábado (6). Mais do que cantar, o funkeiro carioca comandou a multidão com muita interação com a plateia, prova do espaço gigante que o artista conquistou entre a geração Z, que lotou o Autódromo de Interlagos.


Dono de uma identidade que mistura o funk do morro com a cadência do trap, Cabelinho fez do palco um reflexo dessa fusão. O palco possuía telões e uma identidade visual que levava a plateia à imersão. Vieram músicas como “Né Segredo”, com o público repetindo cada linha. A sequência com “X1” e “Só Rock 3” levou a galera ao delírio, com rodas de bate-cabeça e até sinalizadores iluminando a noite.


Entre sucessos e homenagens, o cantor surpreendeu ao incluir um cover de “Céu Azul”, do Charlie Brown Jr., em versão autotunada que ganhou cara nova no festival.

Criado no Pavão-Pavãozinho-Cantagalo, Cabelinho mostrou no The Town como sua trajetória da favela ao mainstream se conecta com um público inteiro que se reconhece em suas letras e sua atitude no palco.


Clássicos do soul, R&B e hip hop marcam o show de Lauryn Hill no The Town 2025, com participação especial da família Marley


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Lauryn Hill brilha em show no The Town 2025 — Foto: MORIVA


Lauryn Hill emocionou São Paulo no The Town neste sábado (6) com uma apresentação digna de sua história na música. No palco The One, a cantora entregou um repertório cheio de clássicos do soul, R&B e hip hop, reafirmando por que segue como uma das vozes mais poderosas do gênero.


Com um figurino dourado e projeções no palco The One que remetiam à história de cada música — até mesmo com imagens de Bob Marley em alguns momentos —, Lauryn mostrou presença de palco intensa e uma interpretação cheia de emoção. O público acompanhou cada verso com admiração e respeito, transformando o show em um daqueles momentos raros em festivais: quando a plateia inteira para para absorver a grandeza de uma artista.


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Lauryn Hill fez um espetáculo para público do festival — Foto: MORIVA


O setlist trouxe faixas que marcaram gerações, como “Everything Is Everything”, “When It Hurts So Bad”, “Lost Ones”, “Ex-Factor” e a emocionante “To Zion”, cantada ao lado de seu filho Zion Marley. O rapper também a acompanhou em “Marching”, “Premature Paradise” e “Best of Me”, reforçando a conexão familiar no palco.


A participação se estendeu a YG Marley, que trouxe ainda mais intensidade com músicas como “Marching to Freedom”, “Survival” e “Praise Jah in the Moonlight”. Já os momentos mais celebrados da noite ficaram por conta dos clássicos “Doo Wop (That Thing)” e “Killing Me Softly With His Song”, cantados em coro por milhares de vozes no autódromo.


Mais do que um show, foi uma experiência marcante, que uniu gerações e deixou claro que Lauryn Hill continua sendo um símbolo vivo de intensidade, resistência e beleza no R&B e no hip hop.


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