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Kendrick Lamar: O maior rapper da atualidade vai 'incendiar' o Lollapalooza Brasil

O maior rapper da atualidade, no palco do Lollapalooza Brasil

 

Matheus Lima
20 Fevereiro 2019 | 11:00

Kendrick Lamar na 'DAMN'. Tour. (Imagem: Monica Rubalcava)

 

Do berço do Hip Hop, em Compton, Califórnia, para os holofotes da indústria da música. Kendrick Lamar chega ao palco do Lollapalooza Brasil sendo o maior rapper da atualidade. Aos 32 anos e com uma carreira de respeito, o MC ostenta a magnificência de ser uma das maiores e impactantes vozes de sua geração. 

Sua carreira começou bem antes do que você imagina. Sob o nome de K-Dot, aos dezesseis anos, o americano lançou sua primeira mixtape, "Youngest Head Nigga in Charge". Foi através dela que Lamar conquistou o seu primeiro contrato com uma gravadora, a Top Dawg Entertainment. Mais tarde, Kendrick integrou o grupo Black Hippy — formado pelos até então desconhecidos Ab-Soul, Jay Rock e Schoolboy Q —, já com o seu nome de batismo. Era o pontapé inicial de um caminho que o transformaria para sempre na indústria da música.

 

Assinado como Kendrick Lamar, um ano depois veio a mixtape "Overly Dedicated", trabalho responsável por abrir os caminhos do rapper com o seu primeiro álbum, o independente "Section.80", de 2011. Dele veio o hit "HiiiPoWer", um gosto do que poderíamos esperar de seus próximos passos.

 

O ano de 2012 transformou de vez Kendrick Lamar na cena. Aclamado pela crítica, foi lançado "Good Kid, M.A.A.D City", o seu segundo álbum de estúdio. Dele vieram nada mais e nada menos que sete indicações ao Grammy, fruto dos sucessos "Swimming Pools (Drank)" e "Bitch, Don't Kill My Vibe". Foi daí que veio o primeiro grande título de Lamar. A HipHop DX — renomada revista de críticas à cultura do hip-hop — nomeou o rapper como o MC do Ano

Kendrick Lamar na 'DAMN'. Tour. (Imagem: Monica Rubalcava)

 

O primeiro Grammy de sua carreira veio do álbum "To Pimp a Butterfly", um verdadeiro fenômeno. Mais uma vez, aclamado pela crítica. Os holofotes já estavam voltados com força total para o rapper. "To Pimp a Butterfly" foi considerado melhor álbum de 2015 por várias publicações e sites, incluindo a Rolling Stone, Billboard e Pitchfork. De quebra, alcançou o n°1 em diversos países. 

 

Solícito, foi lançado de surpresa o compilado "Untitled Unmastered" (2016), composto por demos criadas no desenvolvimento de "To Pimp a Butterfly". Tornou-se o segundo disco de Lamar a atingir o topo das paradas, incluindo EUA e Canadá. Ele já estava com a bola toda.

O ano de 2017 veio para coroar definitivamente toda a sua história. "DAMN." cravou o que já sabíamos há anos: Kendrick Lamar é o maior rapper da atualidade. A revista Rolling Stone o descreveu como uma combinação de "a velha escola e o próximo nível". "HUMBLE.", ao lado de "LOYALTY", "DNA." e "ELEMENT.", mostraram toda a fúria do MC. 

 

Para celebrar um era de ouro, mais um Grammy. Kendrick fez história ao ser o primeiro artista de música popular a ser escolhido (até então, só música clássica ou jazz haviam sido premiados). 


Uma carreira moldada por sua originalidade e forte influência de Tupac Shakur, — o maior rapper de todos os tempos, segundo críticos e membros da indústria fonográfica — Kendrick Lamar se tornou um fenômeno global. Ao lado de Tupac, Mos Def e Snoop Dogg também influenciaram o americano durante os seus primeiros passos. 

 

Lamar chega ao palco do Lollapalooza Brasil sendo um dos mais importantes nomes da história da  música. Sua apresentação vai entrar para a história do festival. Privilégio o nosso de poder assisti-lo por aqui.

 

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