Imagine Dragons leva público ao êxtase em noite insana no Rio
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Imagine Dragons leva público ao êxtase em noite insana no Rio

23.03.2018

(Foto: Imagine Dragons no Rio de Janeiro / Renata Belich)

 

A banda Imagine Dragons, formada há dez anos atrás, em Las Vegas, Nevada, é hoje uma das mais poderosas e extraordinárias do planeta, e com o passar do tempo, solidifica-se ainda mais na indústria da música. Todo o sucesso é fruto de um trabalho indescritível feito pelo vocalista de vocal indiscutível, Dan Reynolds, o baixista carismático, Ben McKee, o baterista reservado, Dan Platzman, e o guitarrista encantador, Wayne Sermon. 

 

Em turnê com o terceiro álbum de estúdio, "Evolve", lançado no segundo semestre do ano passado, a banda chegou ao país pela terceira vez nesta quinta-feira (22), para um show no Rio de Janeiro. A apresentação funcionou como um esquenta para a sétima edição brasileira do festival Lollapalooza, onde a banda tocará neste sábado (24). 

 

Começando pontualmente no horário marcado, os rapazes subiram ao palco - que contava um enorme telão de led ao fundo - apresentando uma das canções mais fantásticas do álbum, "I Don't Know Why". A noite começou quente, e com o público cantando tudo do início ao fim. A satisfação de estar ali, se apresentando para uma multidão eufórica, já estava estampada no rosto de cada um dos integrantes. Na sequência, o canto acústico dava início a faixa que costumava aparecer nos ritos finais, "Believer". A canção reflete sobre os bons e maus momentos da vida (na estrada e fora dela). Com a performance do carro-chefe do disco "Evolve", a banda já nos dava o gostinho de como seria o decorrer da apresentação: de tirar o fôlego. 

Do aclamadíssimo primeiro álbum, "Night Visions" (2012), foi cantada "It's Time", que já dava um ar mais emocionante no ambiente. "É hora de começar, não é / Fico um pouco maior mas, depois, admitirei / Sou o mesmo que eu era / Nunca mudarei quem eu sou". A primeira, das muitas interações com a plateia, veio antes da execução da mesma. Dan falou um pouco de sua ligação e carinho pela cultura brasileira, fruto de seu pai Ronald, que participou de uma missão mórmon no país - e chegou a morar por dois anos em São Paulo. O vocalista, de 29 anos, disse também que cresceu ouvindo música brasileira e bebendo guaraná. 

 

 

A intensidade do público brasileiro é inexplicável. Reynolds chegou a desabafar, confessando que tinha tido uma semana difícil, e que estava realmente, naquela noite, se sentindo amado e feliz. Eles eram o combustível, e nós éramos o fogo. Uma troca excessiva e constante de calor, e uma energia única. Davam o melhor de si lá em cima, e a multidão retribuía de forma recíproca. 

 

Composições fortes, batidas envolventes e letras que explodem sentimentalismo, são marcas registradas dos rapazes e consequentemente, fazem com que todo o público cante tudo, com todo o fôlego possível. O setlist reuniu alguns dos melhores momentos dos rapazes até aqui, e definitivamente, não deixou ninguém parado.

 

Dando continuidade ao espetáculo, "Gold", do disco antecessor "Smoke and Mirrors" (2015). Do mesmo, só mais uma foi apresentada, "The Fall". A galera até que tentou pedir "I'm So Sorry", mas não foi dessa vez que prestigiaram a canção ao vivo - mas nada que deixasse a desejar. Pouco depois, a banda emendou "Whatever It Takes", um trecho de "Next to Me" - faixa lançada há poucas semanas, sendo apresentada pela primeira vez, graças ao pedido do público e cantada em coro - e a descontraída "I'll Make It Up to You".

 

Um brinde a noite que se encaminhava da melhor forma possível, com "Yesterday". Cantando os trechos "Um brinde para o meu futuro / Um brinde para o meu "ontem" / Um brinde para o que está para mudar", fotos de todas as épocas dos integrantes eram mostradas ao fundo. 

Um dos pontos mais emocionantes da noite, que causou um nó na garganta, foi antes de "Demons", um dos maiores sucessos da banda até aqui. Reynolds contou que foi diagnosticado com depressão e ansiedade, e que terapia o ajudou a diminuir os efeitos da doença. Ele ainda reforçou que não tem nada de errado em pedir ajuda, seja para amigos ou familiares. Foi também, no momento da canção, que um dos front-man mais energéticos e simpáticos dos últimos anos, desfilou com a bandeira do Brasil, arrancando gritos e mais gritos da turma.

 

Cores no palco para "On Top of the World" e mais emoção durante "Nothing Left to Say" e "Amsterdam". A noite encaminhava-se para o fim com os versos de tom revanchista (ou rancoroso) de "Thunder". A composição autobiográfica é sobre a experiência pessoal do vocalista no passado, no período do colegial, quando sofria bullying. Em entrevista ao G1, ele disse que cantar é como fazer terapia: "Música é meu refúgio". 

 

“Os garotos riam de mim nas aulas / 'Quem você pensa que é? '(...) Agora, estou rindo aqui do palco / Enquanto vocês estão aplaudindo de longe no pior lugar na plateia.”

 

"Walking the Wire" trouxe uma chuva de papel picado e firmou todo o sentimentalismo expressivo que estávamos vivendo. Para encerrar o espetáculo, o fenômeno global que trilhou o caminho deles ao redor do mundo, "Radioactive". Uma das faixas mais exorbitantes dos rapazes, levou o público ao êxtase total, vibrando do início ao fim.

 

Com uma apresentação de aproximadamente uma hora e meia de duração, os americanos levaram o público ao delírio, em uma noite completamente insana. Um show do Imagine Dragons é aquele que você não assiste, você vive. Vive e se entrega de forma pura e completa. Todos deveriam viver pelo menos uma vez, a experiência Imagine Dragons. Eles gritam ao mundo, tudo aquilo que está preso dentro de você, libertando-o de toda à angústia.

 

Em tempos difíceis, Imagine Dragons é o seu refúgio contra os seus piores medos e pensamentos.

 

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