Capital Inicial levanta público no Metropolitan com o melhor do rock n
Mídia em segundo plano para fins jornalistico e editorial, sem qualquer outra finalidade.

Rock in Rio, aí vamos nós

Queen. Beyoncé. Coldplay. Guns N' Roses. Iron Maiden.
Agora, é a nossa vez de fazer história no maior festival de música e entretenimento do mundo.
 
Em setembro, viva experiência do maior e melhor
Rock in Rio de todos os tempos no On Backstage.

SCORPIONS

34 anos desde a última passagem, os veteranos do Scorpions chegam com força total. Rock You Like a Hurricane!

BON JOVI

O multi-platinado e membro do Rock & Roll Hall of Fame, Bon Jovi, chega ao país com a turnê This House Is Not For Sale.

SLAYER

Uma das principais bandas do thrash metal, Slayer, celebra 38 anos de carreira com turnê mundial de despedida.

IRON MAIDEN

Prepare-se para ver o Iron Maiden na maior produção de sua história em dois dos maiores estádios do país.
qua, 18 de set de 2019
qua, 25 de set de 2019
qua, 02 de out de 2019
dom, 06 de out de 2019
A cobertura especial do maior Rock in Rio de todos os tempos começa em 27 de set, às 14h BRT, nas redes sociais do On Backstage.

Capital Inicial levanta público no Metropolitan com o melhor do rock nacional

26.05.2017

(Foto: Reprodução / Divulgação)

 

O rock mais uma vez mostrou a serviço do que veio. Milhares de pessoas se reuniram no Km de Vantagens Hall, antigo Metropolitan, para celebrar a vida através de um dos melhores estilos musicais. Junto a considerada maior banda de rock brasileira, a massa cantou, dançou e protestou.

 

Capital Inicial lançou no último sábado (20/05) o projeto Capital Inicial Acústico NYC. O especial marca os 15 anos da banda, desde o acústico MTV, gravado em 2002. Foi um grande sucesso, vendendo mais de 2 milhões de CDs. Resgatando os clássicos que marcaram e marcam algumas gerações, acrescentando 3 canções inéditas (“Vai e Vem”, “A Mina” e “Doce e Amargo).

 

Sem muitas delongas, por volta de 22h30min a banda dava seu primeiro suspiro no palco da casa. As cortinas se abriram e o público ovacionou calorosamente a banda e os músicos convidados que abrilhantaram mais ainda a festa. A exemplo, o ex-guitarrista do Charlie Brown Jr, Thiago Castanho. Após abrir com a sequência de “Ressurreição”, “A Mina” e “Mais”, Dinho começou a dialogar com o público. Da forma mais carismática, sorridente e alegre possível, o vocalista mostrou como seria o clima daquela noite. Sua fala carregada de imensa gratidão pela casa lotada, e com presença de amigos, como Bonfá e Liminha que estavam entre o público para participar da festa. Explicitou que era bem diferente fazer um show de rock para um público acomodado em cadeiras, porém garantiu que até o final do show largariam o conforto dos assentos. Também pudera, uma noite repleta de clássicos muito conhecidos do público, não só do Capital, mas de Legião Urbana, Aborto Elétrico e Charlie Brown, seria impossível um público permanecer estático em poltronas.

 

 

Dentre uns e outros que já não se continham e levantavam pra cantar, “Tempo Perdido” foi o ultimato: ou vocês levantam, ou vocês levantam. Nessa feita, 90% do público levantaram e permaneceram em pé até a tradicional foto de fim de show. É de fato sabido que o rock nacional ganhou força e os olhos do publico em Brasília nos anos 80, com uma atitude rebelde característica que ia contra as decisões do planalto central. Nos anos 2010 precisamos mais do que nunca resgatar essa rebeldia. Tentando compreender os acontecimentos políticos que tomaram nossa atenção nas últimas semanas, Dinho se viu numa missão quase impossível de escolher a qual político seria dedicada a música a “Que País É Esse”. Todos os músicos que têm o mínimo de engajamento e consciência política e social dedicam alguns momentos do show para protestar contra o governo que está regendo a nação, governo envolvido em escândalos e mais escândalos. Sem com isso deixar de frisar a importância de nos mantermos otimistas e esperançosos, segundo Dinho, a esperança é inerente a todo ser humano.

 

 

Thiago Castanho pegou seu microfone e desabafou sobre a situação e continuando, puxou, sozinho, a música “Não é Sério”, que fez sucesso com a voz de Chorão e Negra Li. A noite se estendeu com espetáculos no palco e na pista. O público assimilava rapidamente as canções e respondia aos comandos do vocalista. O show foi cheio de momentos arrebatadores, como o final da música “Mulher de Fases” em que todas as luzes da casa foram apagadas e o público, em peso, colocou suas lanternas pra cima e em movimentos de “vai-e-vem” com os braços erguidos, arrebataram de vez as emoções da banda.

 

Dinho Ouro Preto dialogou com a plateia do início ao fim, estabelecendo uma relação calorosa entre eles e garantindo que a noite fosse inesquecível, e como ele disse, terapêutica para todos os presentes.

 

Nota: A autora não faz mais parte do site desde abril de 2018. Os seus conteúdos estão disponíveis por autorização da mesma.

 

Compartilhe no Facebook
Compartilhe no Twitter
Please reload

sobre nós    |    mapa do site    |    entre em contato

© 2019 on backstage | alguns direitos reservados.